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A obsessão do CEO Mafioso romance Capítulo 1

Assim que ele terminou de falar, ouvi o disparo. O corpo caiu pesado no chão, o sangue se espalhando rápido demais para eu conseguir processar. Minha mãe gritou, um som rasgado, quase animal. Eu não gritei. Fiquei muda. Paralisada. No fundo, havia algo vergonhoso ali: alívio. Aquele homem havia falado de mim como se eu fosse um objeto, algo que poderia ser usado, quebrado, descartado. Se o chefe permitisse, eu sabia exatamente o que ele faria comigo.

— O próximo que ousar dizer uma merda dessas vai acabar igual a esse imbecil . — disse ele, com a voz fria, controlada.

Ao ouvir ele dizer isso eu achei que pelo menos ele tinha algum sentimento bom dentro dele, mas assim que ele falou novamente mudei de ideia instante seguinte .

___Sé alguém tiver que provar dos encantos da ovelhinha ,serei eu , ela é preciosa demais para pertencer qualquer outra que não seja eu.-Disse ele sem tirar os olhos dos meus , me fazendo sentir uma arrepio de medo por todo meu corpo ,mas também estava sentindo algo que não soubw decifrar , mas era algo completamente proibido e pecaminoso para aquele momento e por aquele mafioso.

— Tirem a mulher e a garota daqui. Agora que o o show irá começar .Disse ele com um sorriso sinistro.

Assim que terminou de falar em uma atitude desesperada de salvar a vida do meu pai ,

corri até ele e me ajoelhei aos seus pés. Minhas pernas tremiam tanto que mal me sustentavam.

— Eu sei que meu pai errou — comecei, com a voz falhando.

— Errou em roubar a máfia… em roubar o senhor e errou ainda mais em tentar se safar colocando a culpa em um soldado inocente. Ele tirou a vida de um homem que não merecia morrer, e eu nunca vou ser favor disso. Nunca.

Levantei o rosto e encarei aqueles olhos azuis gelados.

— Mas tenho certeza que ele se arrependeu .Eu sou testemunha que o homem que eu conheço que me criou não tem mais nada a ver com aquele criminoso do passado ,que o senhor conhecia .O que ele fez foi imperdoável, eu sei… mas imploro que poupe a vida dele.

As lágrimas escorriam sem que eu conseguisse controlar.

— Ele pagou pelo que fez todos esses anos vivendo como um fantasma, com medo, se escondendo. Hoje não passa de um homem quebrado.

Ele me observava em silêncio, como se estivesse decidindo se eu merecia continuar falando.

__Belo discurso, mas seu pai sempre foi e será um ceiminoso , ovelhinha,ele me roubou ,tirou a vida de um inocente e na minha lei sangue se paga com sangue.respondeu, impassível.

— Se poupar a vida dele eu serei sua, disse a instantes atrás que só você poderia me tocar , me reivindicar como sua e eu aceito ser sua . — as palavras escaparam antes que eu pudesse pensar.

— Sou virgem, nunca se quer beijei alguém . Pode fazer comigo o que quiser. Mas, por favor, eu imploro não o mate.

— Cala a boca, Antonella! — meu pai gritou, desesperado. — Prefiro morrer a saber que minha filha virou a ramera de um mafioso!

Ele avançou e chutou meu pai no abdômen, fazendo-o se contorcer no chão.

— Interessante — murmurou. — Então saber que sua filha é minha é pior que a morte?

Ele se abaixou diante de mim, segurou meu queixo e forçou meu rosto para cima.

A sentença de morte 1

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