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A obsessão do CEO Mafioso romance Capítulo 2

Ele deixou que eu descarregasse minha raiva por um tempo, apenas se defendendo dos meus golpes com facilidade, com um sorriso torto no rosto, como se a minha dor fosse entretenimento para ele . Até que se cansou.

Com uma única mão, ele me dominou, me puxando contra o próprio corpo. A proximidade foi sufocante. Nossos corpos se encaixaram de um jeito pecaminoso, errado… e assustadoramente perfeito.

— Já chega, ovelhinha. Seja uma boa menina ou, como seu novo senhor, terei que lhe ensinar bons modos aqui e agora, na frente da sua mãe e dos meus soldados — disse ele, com a boca perigosamente próxima da minha.

Eu me senti estranha. Suja. Horrorizada comigo mesma.

Porque meu corpo reagiu.

Eu estava com raiva. Eu o odiava. Ele tinha acabado de matar meu pai. Mas, ainda assim, a proximidade dele me deixou excitada, quando eu deveria sentir apenas nojo.

Parei de me debater. Abaixeis a cabeça, envergonhada de mim mesma.

— Muito bem. Boa menina — disse ele, me soltando.Disse ele que entendeu minha atitude como submissão , ele realmente não me conhecia e ainda bem que não podia ler meus pensamentos se não eu estaria ainda mais envergonhada .

Ele parecia tão abalado e confuso quanto eu. Eu podia sentir. A dureza do seu membro roçou em mim, e foi isso que me assustou e me excitou ao mesmo tempo.

— Agora entre na limusine e espere por mim. Vou cuidar da sua mãe — disse ele, com a respiração alterada, deixando claro que também estava excitado.

Naquele momento, tive medo , na verdade fiquei aterrorizada, temendo que ele também a matasse. Dei um passo à frente para ir atrás dele, mas os soldados formaram uma barreira à minha frente, sem sequer me tocar, impedindo qualquer movimento meu.

Eu só pude ouvir.

— Um dos meus soldados irá levar a senhora para fora do país. Esqueça que tem uma filha, porque ela agora me pertence. Eu serei sua única família. E seu marido estava certo: tenho muitas mortes nas costas. A primeira pessoa que matei foi meu pai, quando ainda era adolescente. Mas nunca matei inocentes, só lixo como ele é seu marido. — disse o mafioso à minha mãe.

— Eu não me importo que tenha acabado com aquele desgraçado. Depois do modo perverso que ele ia usar a nossa filha, ele já estava morto para mim. Mas eu imploro: não me separe dela. Ela é a única família que tenho — disse minha mãe, entre lágrimas.

— Não. E a senhora sabe disso. Tem uma irmã em Madri , na Espanha . Meu soldado a levará até ela. Mas escute bem: se tentar se aproximar de Antonella, quem vai sofrer as consequências será ela — respondeu ele, deixando minha mãe aterrorizada e vencida.

Minha mãe respirou fundo, trêmula, e então fez a pergunta que eu sabia que a estava corroendo por dentro:

— Posso ao menos ficar tranquila sabendo que aquele mafioso russo não chegará nem perto dela?

Ele respondeu sem hesitar, com uma frieza mortal:

— Como eu disse, Antonella agora pertence a mim. E tudo que é meu, ninguém toca sem antes passar por mim. Muitos tentaram. Nenhum deles sobreviveu depois disso.Essa é a certeza que posso lhe dar .

— Tudo bem… eu entendi. Não quero prejudicar minha filha. Tem minha palavra de que jamais vou procurá-la. Mas posso ao menos me despedir dela? Eu imploro.

Ele fez apenas um gesto afirmativo com a cabeça.

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