Entrar Via

A Rainha do Poder romance Capítulo 37

O sorriso nos lábios de Paloma congelou.

Júlio ficou paralisado, seguido por uma onda avassaladora de raiva.

Regina, porém, permanecia serena, até sorrindo. "Não conseguem fazer isso?"

"Então vão embora!"

Ela fez menção de fechar a porta, e Paloma rapidamente a segurou. "Regina!"

"Nós criamos a Tina por vinte e dois anos, temos sentimentos—"

"Então não me reconheça mais." Regina a interrompeu. "Sra. Barbosa, não se pode ser tão gananciosa assim. Você sempre teve só uma filha. Tina tem sentimentos por vocês, vocês não conseguem deixá-la, eu entendo."

"Mas eu consigo. Não tenho laços com vocês, apenas finjam que nunca houve troca nenhuma, não me reconheçam mais."

Paloma balançou a cabeça, lágrimas escorrendo pelo rosto. "Não, não pode ser assim, Regina."

Ela havia criado Tina por mais de vinte anos, dedicando todo seu amor a ela.

Era sua filha, criada por suas próprias mãos!

Como poderia simplesmente desistir dela?

Mas Regina era a filha que ela havia gerado com seu próprio corpo, que perdera por vinte anos.

Não podia perdê-la de novo.

Paloma se sentiu desesperada.

"Mãe!" Júlio, com os olhos vermelhos de raiva, gritou: "O objetivo da Regina é expulsar minha irmã, você ainda não entendeu? Vamos embora! Não implore mais!"

Júlio tentou puxar Paloma, mas ela continuou segurando Regina com teimosia. "Não."

"Mãe, vamos embora!"

Enquanto se puxavam.

Ouviu-se um estalo de tapa.

Os três ficaram imóveis.

Paloma parou de chorar.

Júlio arregalou os olhos, olhando incrédulo para sua própria mão.

Como tinha batido nela?

Quando sua mão tocou o rosto de Regina?

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Rainha do Poder