"Tio, por favor, poderia abrir o portão para mim? Preciso entrar de carro."
O senhor estendeu a mão, clicou duas vezes na tela, enxugou o olho esquerdo com um lenço, depois o direito, e por fim lançou um olhar de soslaio para ela. "Você é...?"
Regina respondeu: "Um estudante se envolveu numa briga. Fui encarregada de resolver a situação."
Havia apenas um incidente recente de briga, e os pais do Colégio Experimental tinham ido até a escola para reclamar.
A identidade dessa jovem era fácil de deduzir.
O senhor virou-se para olhar Regina, agora com um brilho curioso nos olhos. "Você veio por causa do Júlio?"
Regina assentiu: "Sim."
"Você é irmã dele?"
Ela respondeu sem pensar: "Não."
Regina achou que o senhor não abriria o portão, mas ele fez um gesto largo com a mão, apressando-a: "Pode entrar."
"……"
Era difícil não suspeitar que os seguranças da Escola Real tinham sido comprados pelo Rosa Luminosa.
Regina entrou de carro pelo portão da Escola Real.
Pela janela, ouviu o senhor avisar: "Dobre à esquerda, a duzentos metros tem um estacionamento."
Regina respondeu com um sorriso educado: "Obrigada, tio."
O senhor acenou com a cabeça, observando-a partir, e murmurou para si mesmo: "Tsc, tsc, essa menina da Família Lima parece ser bem inteligente, pena que não teve uma educação sistemática."
Ele se preparava para voltar a assistir sua novela quando uma nova mensagem apareceu.
[Professor, o experimento falhou de novo, pelo amor de Deus, volte logo / de joelhos /]
"Inútil!"
O senhor descartou a mensagem e continuou assistindo à novela.
—
Regina perguntou onde ficava a sala do Professor Paulo e levou dez minutos para encontrar, sem ser seguida pelo caminho.
Ao ver o Sr. Luz e o segurança ao lado dele, Regina ficou sem palavras.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Rainha do Poder