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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 11

— Martin, ajude a senhorita Bellanti, por favor. — Ele voltou a se recostar na cadeira, com um sorriso cínico nos lábios e um olhar de superioridade que fez com que Dreida tivesse que engolir a saliva com dificuldade, devido à humilhação.

Mortificada, Dreida aceitou a mão que lhe foi oferecida. Ela olhou sedutoramente para o Beta, afinal, essa era uma carta que valia à pena jogar: quanto mais machos estivessem enrolados no dedinho dela, melhor. Porém, Martin manteve uma expressão completamente neutra, sem demonstrar qualquer sinal de que o charme de Dreida estava funcionando nele.

— Agora, acredito que seu assunto conosco tenha terminado. Se não há mais nada, pode se retirar. Pedirei que a acompanhem até a borda. — A forma como Rhys falava não era nada amigável, pelo contrário. Ainda que tivesse um sorriso nos lábios, seus olhos brilhavam com pura indiferença.

Assim que Dreida foi levada, Rhys fez sinal para que os outros membros saíssem dali.

— Vai ficar aí a noite toda? Se for, pode ao menos se fazer útil. — Rhys disse e Lucretia comprimiu os lábios em uma linha fina.

“Eu poderia mandá-lo à merda, mas preciso da ajuda dele!”, ela lembrou a si mesma. Precisava manter a calma, porque mais do que sobreviver, ela queria salvar o seu clã das mãos de Dreida. E ela só tinha uma pessoa forte o suficiente para fazer isso.

Com o pouco de dignidade que ainda lhe restava, ela empurrou a perna de Rhys para o lado — ele não ofereceu resistência — e engatinhou para fora das muralhas da mesa. Rhys a observava e, na posição em que ela estava, ele passou a língua pelos lábios.

Lucrezia levantou-se e levantou o queixo, sacudindo de leve a cabeça e colocando os cabelos em ordem. Ela passou a mão pelo vestido surrada e olhou em volta. Eles estavam de fato sozinhos. Ela voltou-se para Rhys.

— Alfa Rhys Jarsdel, eu quero propor uma aliança.

Rhys levantou a sobrancelha e soltou uma risada desdenhosa em uma única lufada de ar, sem tirar os olhos de Lucretia.

— Antes, eu quero saber o motivo de eu ter mentido para a sua meia-irmã. Eu não costumo mentir, senhorita Bellanti. Sinto-me… prejudicado, aqui.

[“Calma, Lu. Ele só quer te desestabilizar. Sabe como ele é!”], Kali pediu e Lucretia concordou.

— Acredito que teria que ouvir o motivo para eu ter vindo parar aqui.

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