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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 111

A cabeça de Lucretia estava latejando ao abrir os olhos. Ou melhor, tentar, porque tudo doía e mesmo que o local não tivesse muita claridade, ela machucava.

O que tinha acontecido, afinal? A última coisa que ela se lembrava era de ter seguido o ômega até onde a beirada da floresta, onde eles se transformariam e correriam até o Alfa.

Sim, no futuro do presente, porque isso não aconteceu. Os planos foram frustrados e, até agora, Lucretia ainda não sabia o motivo. Bom, sabia que tinha, aparentemente, sido sequestrada de novo.

“Que má sorte!”, ela disse a si mesma. Mas era uma questão de tempo, realmente, afinal, ela como humana ficava mais do que vulnerável em um mundo de lobisomens.

O som de passos e uma porta se abrindo, mas nenhuma luminosidade apareceu. Lucretia prendeu a respiração e, logo, ela sentiu um cheiro familiar.

— Tudo bem. Eu vou te tirar daqui! — a voz urgente de Kolby soou, enquanto ele passava o braço por trás dos joelhos de Lucretia. Ela tentou afastá-lo, mas o Alfa a abraçou com força. — Lu, depois pode brigar comigo! Agora, temos que sair daqui!

O cérebro dela estava prestes a explodir e, no fim, Lucretia decidiu se deixar levar pelo ex-noivo. O que ele faria? A mataria? Ela já não estava condenada?

Lucretia apagou novamente. Ela acordava de leve, de vez em quando, e sentia o corpo movendo. Já não estava nos braços de Kolby, mas apoiada contra o banco de couro do que ela supunha ser o carro dele. Ou algum carro, pelo menos.

A próxima vez em que ela teve consciência duradoura, viu-se em um quarto com a iluminação branda. As paredes eram brancas, bem como a roupa de cama, mas não havia o típico cheiro de antisséptico de um hospital ou clínica. Onde ela estava?

— Calma, meu amor. — A voz de Kolby disse, da lateral dela. Ele estava entrando por uma porta. Andou mais rápido para chegar até a cama e se ajoelhou, uma mão nas costas de Lucretia enquanto a outra segurava a mão dela. — Eu te ajudo.

Ela puxou a mão, ou tentou, mas Kolby não a soltou.

— O que… onde estamos?

Kolby soltou um suspiro.

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