Martin estava muito confuso. Ele não se lembrava na verdade de nada em específico, antes de “dormir”. E agora, ele estava vendo uma fêmea incrível e ela era sua companheira. Isso o interessava mais do que tudo o que ela tinha dito até o momento.
Ele sonhou com o rosto dela, até lembrava o nome! Então, muitas informações começaram a bombardear o cérebro dele ao mesmo tempo, como uma barragem quebrando.
Instintivamente, Martin levou a outra mão à cabeça, sibilando de dor. Haylie ficou em alerta na mesma hora.
— Oh, Martin, e-eu vou chamar o médico! — ela disse e se levantou. Já deveria ter feito isso, na verdade!
Martin não soltou a mão dela e Haylie, que já estava de pé e com o corpo virado, precisou se virar para olhar para ele, confusa.
— Fica.
— Amor, você…
— Fica aqui. Me abraça.
Haylie ainda achava que deveria buscar o médico, mas fez o que o companheiro pediu. O alívio dele foi imediato e Martin sorriu, apertando-a contra ele.
— Melhor?
— Uhum. — Martin disse, ainda com o rosto na curva do pescoço de Haylie. — É tão bom ficar assim.
Ela soltou uma risadinha.
— Eu concordo. — Ela disse, porém, suspirou em seguida. — Amor, eu não quero pressionar você, mas o Alfa sumiu. E não conseguimos contato com a Luna.
Martin exalou o ar e afastou-se de Haylie, mas não totalmente. Ele estava com a perna machucada e se arredou com calça no colchão, oferecendo espaço para que a jovem se deitasse com ele.
Assim que se acomodou, Haylie beijou o queixo de Martin. Ele sorriu.

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