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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 139

No dia seguinte, Lucretia estava pronta. O pai acabou jantando no quarto, dizia estar com dor de cabeça, e ela pediu que Haylie mantivesse os olhos nele. Não permitisse que ele saísse, e como ela já tinha sido membro do bando dele, não era uma desconhecida, isso facilitava tudo.

— Luna, tem certeza de que quer ir?

— Absoluta, Conselheiro. — Ela falou formalmente, já que estavam rodeados dos lobos que iriam com ela.

— Mas…

— Por favor. — Ela pediu e não foi necessário falar mais. O olhar de Lucretia deixava claro que aquela decisão não seria modificada.

Jamil fez um aceno com a cabeça, em respeito, e depois, sinal para que os soldados e o Gamma começassem a se mover.

Com todos ali, Lucretia se preparou para falar.

— Eu agradeço a todos que estão aqui. Nosso Alfa precisa de nós, e nós iremos responder a esse chamado. — Ela disse. — Conto com o empenho de todos. Sei que até o momento, vocês se esforçaram muito, e se não encontramos pistas, foi porque elas não podiam ser encontradas, não porque não tentaram. Mas hoje, vamos colocar mais empenho ainda. Certo?

Os soldados responderam com entusiasmo, e o Gamma sorriu. Ele podia ver que aquele bando tinha uma Luna forte, uma Luna digna deles e, claro, de Rhys.

— Nosso Alfa voltará. E em breve!

Após um grito de aprovação dos membros presentes, eles passaram o plano mais uma vez e se dividiram. Precisam cobrir a maior área possível.

O soldado que era o líder daqueles lobos, colocado no comando pelo próprio Delta, segurou o pulso de Lucretia. Ela olhou para ele, que tinha o dedo na frente da boca, fazendo um “shh”.

Ele apontou para um monte de árvores, à beira da clareira na qual estavam entrando. E, sem fazer som, falou: rogues.

Lucretia inspirou fundo, mas não podia sentir o cheiro deles. Ela assentiu e permitiu que o soldado e mais outros dois se colocassem na frente dela.

“Se estão por aqui, e foi como lá na cerimônia, talvez estejamos perto,” ela pensou, torcendo para ser esse o motivo de encontrarem com rogues, e não apenas coincidência e falta de sorte.

Os soldados avançaram, fazendo um escudo ao redor da Luna. Ela era preciosa para eles e, de forma alguma, poderiam permitir que ela fosse machucada e, pior ainda, levada, como fizeram com o Alfa.

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