No dia seguinte, Lucretia estava pronta. O pai acabou jantando no quarto, dizia estar com dor de cabeça, e ela pediu que Haylie mantivesse os olhos nele. Não permitisse que ele saísse, e como ela já tinha sido membro do bando dele, não era uma desconhecida, isso facilitava tudo.
— Luna, tem certeza de que quer ir?
— Absoluta, Conselheiro. — Ela falou formalmente, já que estavam rodeados dos lobos que iriam com ela.
— Mas…
— Por favor. — Ela pediu e não foi necessário falar mais. O olhar de Lucretia deixava claro que aquela decisão não seria modificada.
Jamil fez um aceno com a cabeça, em respeito, e depois, sinal para que os soldados e o Gamma começassem a se mover.
Com todos ali, Lucretia se preparou para falar.
— Eu agradeço a todos que estão aqui. Nosso Alfa precisa de nós, e nós iremos responder a esse chamado. — Ela disse. — Conto com o empenho de todos. Sei que até o momento, vocês se esforçaram muito, e se não encontramos pistas, foi porque elas não podiam ser encontradas, não porque não tentaram. Mas hoje, vamos colocar mais empenho ainda. Certo?
Os soldados responderam com entusiasmo, e o Gamma sorriu. Ele podia ver que aquele bando tinha uma Luna forte, uma Luna digna deles e, claro, de Rhys.
— Nosso Alfa voltará. E em breve!
Após um grito de aprovação dos membros presentes, eles passaram o plano mais uma vez e se dividiram. Precisam cobrir a maior área possível.

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