Entrar Via

A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 22

Quando Lucretia desceu as escadas, Rhys, que estava de costas, sentiu a presença dela. E, antes que ele se virasse, percebeu os olhares dos outros machos do bando que estavam ali presentes. O cheiro da excitação deles dominou a sala e Rhys apertou os dedos em punho.

Assim que se virou, ele a viu, como se fosse uma deusa pronta para queimar o mundo, naquele vestido vermelho, os cabelos flamejantes, os olhos cor-de-mar contrastando com a pele alva. Os lábios estavam tingidos de vermelho, brilhante. Em qualquer outra fêmea, Rhys apostaria que ficaria brega, vulgar, no entanto, em Lucretia, era como se ela tivesse nascido para usar aquela cor.

[“Dêem o fora daqui!”] Ele enviou para os outros membros, através de link mental. Ele não queria nenhum outro colocando os olhos em cima daquela fêmea, desejando-a.

[“Temos então a porra de um problema!”] Embry rosnou. [“Porque os malditos no casamento vão vê-la!”]

O que Embry queria, e Rhys concordava, era que Lucretia ficasse longe dos olhos de qualquer outro. Ela era dele, só dele. E ele não dividia!

Porém, a razão ainda estava presente e ele engoliu o desejo de rosnar como um louco e de tomá-la ali, para que soubessem a quem ela pertencia, e esticou a mão para Lucretia, como um verdadeiro cavalheiro.

Tocar em Rhys fez os nervos de Lucretia se acalmarem um pouco. A mera presença dele transmitiu calma, mas quando ele a tocou, ela se sentiu segura.

— Você está magnífica! — Rhys sussurrou no ouvido dela. — Extremamente apetitosa, sabia disso?

Uma vez que agora estavam sozinhos, Rhys lambeu de leve a orelha de Lucretia, segurando o lóbulo dela por um segundo.

Ela gemeu baixo e Rhys rosnou.

— Não me teste, fêmea!

— Você começou! — ela retrucou e Rhys estreitou os olhos, mas sorriu.

— Vamos logo!

Martin estava perto do carro, com uma carranca. Ele também estava bem vestido e olhou para Lucretia com admiração, afinal, não gostar dela era uma coisa, mas ser cego era outra!

Um ômega abriu a porta do carro e Rhys ajudou Lucretia a subir no veículo. Assim que fechou a porta, ele se virou para Martin.

— Se não quiser perder os olhos, sugiro que os mantenha longe da minha fêmea.

Martin piscou algumas vezes e antes que pudesse perguntar algo, Rhys já estava do outro lado do veículo, sentando-se ao lado de Lucretia, no banco de trás. Martin xingou baixinho e sentou-se no banco do passageiro, enquanto um soldado dirigiria o carro.

Lucretia respirou fundo e exalou, repetindo o processo.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna.