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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 221

Rhys estava furioso. Primeiro, Jeane, e agora, Deidra. Para ele, era evidente que as duas estavam juntas. Segundo o Alfa Sheffer, a jovem estava adormecida quando a mãe foi levada, o que significava que havia ou voltado para pegar a filha, ou alguém a moveu.

— Não há qualquer sinal delas dentro do nosso território, até agora — Martin falou e soltou um suspiro. — Ninguém vira poeira desse jeito!

— E Jamil ainda permanece onde estava, do mesmo jeito. Os guardas disseram que ele não se move, não fala. — Lucretia cruzou os braços e apoiou-se na mesa com o quadril. — Não acredito que ele não saiba de nada.

Todos os que foram à julgamento na Reunião, incluindo Ben, tiveram uma conversa com Rhys. Porém, sem qualquer bom resultado.

O pai de Lucretia já havia partido para o LongFang e tinha dado as ordens para que Jeane e Deidra fossem procuradas por lá, também.

Corrado Bellanti sentia uma vergonha absurda, pois não só tinha sido feito de idiota, mas por uma bruxa, o que piorava tudo. Se o LongFang precisou se esforçar para limpar o nome depois do escândalo entre as filhas e Kolby Sheffer, agora tudo parecia colapsar. Ele era tido como completo incapaz, pois não percebeu que aquela fêmea estava envolvida com magia. Alguns inclusive o viam como um perigo: e se ele estava, na verdade, junto com ela naquilo?

A única coisa que ainda mantinha alguma dignidade ao bando era o fato de Lucretia, a Herdeira, estar casada com Rhys. O Shadowblood era uma conexão importante e poderosa.

— Precisamos avisar os outros bandos e pedir que procurem por ela. Nenhum local deve ser deixado sem vistoria — Rhys falou seriamente. — Ela é uma ameaça ao nosso mundo.

Kolby não estava ali, mas estava sendo tratado como um suspeito, afinal, Deidra era a esposa dele e, diferente de Corrado, ele não foi enfeitiçado. Algo que ele não concordava. Claro, não falou para ninguém, mas suspeitava que a loucura por Deidra tenha sido parte de alguma magia, porque até o momento, não fazia qualquer sentido na mente dele.

[“ — O sentido é que você simplesmente me ignorou e se deixou levar por aquela bruxa!”]

[“ — Você bem que rosnou para Lucretia e aceitou que ela fosse caçada!”]

Jax envergonhava-se disso. Ele lembrava bem quando ouviu o barulho do celular caindo no chão e, então, permitiu que ela fosse perseguida.

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