— O que está fazendo? — ela perguntou entre dentes, tentando não chamar a atenção das pessoas, o que era difícil, sendo ela uma ruiva e ainda trajando vermelho. — Alfa Rhys!
Eles entraram em uma sala e Lucretia ainda puxava a mão, mas assim que a porta se fechou, Rhys a encostou contra a parede e a beijou, sem o menor pudor.
Ainda desnorteada, ela ficou quieta por uns segundos, antes de sentir o fogo queimando a pele por dentro e levantou uma das pernas, puxando Rhys pela lapela do casaco do paletó.
— Ah, você sabe o que eu quero, não sabe? — ele perguntou e Lucretia assentiu, porém, ela o empurrou. — O que foi? Ainda pensando no seu ex?
Rhys notou os olhares cheios de lascívia de Kolby para Lucretia, de como o macho tentava se controlar e, como ao ser anunciado que Lucretia tomaria a frente do bando, ele se arrependia da escolha que tinha feito.
— Por que não o acusou? A ele e àquela vagabunda, heim?
A raiva de Rhys só aumentava e ele ergueu Lucretia, as duas pernas dela em volta da cintura dele.
— Não é isso! — Lucretia disse. — E eu… não quero… Ah!
Ela revirou os olhos com a lambida que Rhys deu na curva do pescoço dela.
— Não quero Kolby! — ela disse por fim e abriu os olhos, encarando Rhys. — Eu quero você, noivo.
Rhys rosnou alto e a beijou de novo, segurando-lhe as pernas e, mesmo ainda vestido, investiu o quadril para frente, uma vez atrás da outra, como se estivesse dentro de Lucretia. A fricção da calcinha dela contra o clitóris a estava levando à loucura, até que ela anunciou que gozaria.
— Goza pra mim. — Rhys falou. — Goza, gostosa!
Lucretia conseguia despertar nele todos os instintos mais primais!
Enquanto Lucretia alcançava o clímax, Rhys estava quase lá. Ele abriu as calças, arredou a calcinha dela para o lado e começou a entrar. Lucretia segurou firme nele.

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