Aquele foi, sem dúvidas, o sexo mais intenso que eles compartilharam. Rhys não a largou por horas, marcando uma vez atrás da outra. Lucretia, também, cravou os dentes nele, o que o fez sentir um prazer absurdo, dando a ele ainda mais energia!
Ao final, ela perdeu a consciência, exausta, e Rhys a limpou com cuidado, vestindo-a com uma camisola e cobrindo-lhe o corpo com um cobertor. Ele ajustou a temperatura do quarto e observou enquanto Lucretia dormia.
A marca que ele deixou estava ali, brilhando no pescoço dela. Por mais que ele soubesse que não duraria, não quando ele era amaldiçoado, o orgulho encheu o peito dele, como acontecia com todo macho que marcava sua fêmea. Lucretia era dele. Somente dele. E qualquer desgraçado que tocasse, machucasse ou tentasse tirá-la dele, sofreria terríveis consequências por uma decisão tão burra e impensada.
No dia seguinte, Rhys foi interrogar novamente os malditos. Sem sucesso. Dalton estava quase partindo desse mundo, enquanto Peter era o mais resistente.
— Você não ter sido um completo filho da puta com a minha fêmea não quer dizer que eu não vá te matar!
Rhys rosnou no rosto do outro macho, que estava indo e vindo no estado de consciência. Ele estava sendo drogado, apenas o suficiente para que não conseguisse alcançar o lobo dele e, assim, não conseguisse se recuperar dos ferimentos. Rhys queria ver o macho sofrer.
— Quem mandou?
— Não… vou… falar nada.
Peter se recusava. Ele sabia o que perderia se desse informações a mais do que deveria. Do que poderia.
Horas depois, nada.
— Se ele não falar nada até amanhã, quero que cortem-no em pedacinhos. Vivo.
E Rhys saiu dali, enfurecido. Ele tinha a suspeita de que o envolvido era Kolby Sheffer, mas como provar?
Outra pessoa que o deixava com a pulga atrás da orelha era Deidra. E, antes não, mas o Alfa Bellanti entrou na lista de suspeitos. Fosse por algum problema pessoal, ou para tirar Lucretia do caminho da filha que ele gostava, havia motivos.
Tirando o telefone do bolso, ele ligou para o futuro sogro. Toda vez que ele lembrava dessa ligação entre eles, Rhys se contorcia internamente de raiva. Ele não gostava de Corrado. Um macho que trai a própria companheira não pode prestar! Traí qualquer um!
“Como fez com o meu bando,” ele se lembrou e apertou mais o telefone entre os dedos, enquanto esperava ser atendido.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna.