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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 80

— Dois dias? — ela perguntou, surpresa. — Tanta pressa assim pra se casar comigo?

Ela teve a intenção de brincar, mesmo que Rhys não fosse á muito desse tipo. Depois de falar, inclusive pensou que talvez ele se irritasse e soltasse algo como: é, quero logo resolver as coisas, não fique pensando no que não existe!

No entanto, ele a olhou profundamente e assentiu.

— Você é a minha, Lucretia. Não vejo motivos para não casarmos logo. Isso não vai te impedir de assumir o LongFang. Mas já será a Luna do ShadowBlood.

Algo dentro de Lucretia estremeceu. Não pelo fato de que ela assumiria uma posição tão importante — e cobiçada entre as lobas. Não importava o quão frio Rhys Jarsdel fosse, ele ainda era o Alfa mais poderoso do país e, claro, lindíssimo –, mas sim porque Rhys a queria. Ele a queria logo como dele, para que todos soubessem. Não só a noiva, mas a própria Luna.

Ela mordeu os lábios e olhou para ele, sem saber se deveria dizer alguma coisa, ou se estava apenas se iludindo.

— Rhys? — O tom dela saiu incerto.

— Hmm?

— Você… eu sei que temos um acordo. E que esse relacionamento é uma conveniência para ambos os lados. — Ela falou e Rhys franziu a testa. — Mas… eu… eu acho que eu…

A respiração de Rhys ficou presa na garganta. Ela diria… que não o queria? Que tinha desistido do acordo?

— O que quer para se casar comigo em dois dias? — Rhys perguntou e Lucretia levantou as sobrancelhas, surpresa. Por que ele estava tão sério? — Para se casar comigo. O que quer?

— Como assim?

Rhys puxou o ar e olhou para o lado momentaneamente, antes de encará-la. Os olhos azuis cerúleos dele eram algo de outro mundo, e quando ele olhava tão intensamente, Lucretia ficava hipnotizada.

Ele sentiu o cheiro dela mudando, indicando que ela queria mais do que uns beijos. Lucretia, como filha de Alfa, poderia camuflar esse tipo de cheiro, mas ela não o fez. Rhys engoliu em seco.

— Lucretia Bellanti!

— Eu não estou entendendo você, Rhys! Você fala como se precisasse me oferecer alguma coisa para que eu casasse com você, e não apenas em dois dias. Mas no geral.

— Ah!

Os dentes dele, afiados e alongados, cravaram-se na carne de Lucretia e ela sentia uma onda diferente se espalhando pelo corpo dela: o veneno de Rhys estava nas veias dela, penetrando em todas as células.

— Minha. MINHA!

Ele desceu a mão e tocou a intimidade dela, completamente encharcada. O ato sexual era ainda mais ativado durante a marcação.

Rhys tomou os lábios de Lucretia, devorando-a, e se posicionou, entrando sem aviso. Ela soltou um grito na boca dele, mas os olhos se reviraram de prazer.

Ele a levou para a cama, virando-a de costas para ele, montando nela e movendo-se com ferocidade.

— Nunca mais… vai… sair de perto… de mim! — Ele puxou os braços dela para trás, acelerando e Lucretia gritou. Rhys segurou o pescoço dela e a fez reclinar as costas sobre o peito dele, virando-lhe o queixo para que pudesse beijá-la. — Isso… abre bem essa boceta deliciosa!

Lucretia nunca tinha se sentido daquele jeito. Não era só o sentimento de pertencimento, mas algo nas partes íntimas dela também estava diferente. Quando Rhys gozou dentro dela, ela sentiu o útero se abrindo, acolhendo mais o que ele tinha a oferecer, inundando-se.

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