Daquele jeito, era óbvio que ela havia sido magoada.
Certo.
Ela tinha exames em breve, e sua tia ainda não havia se recuperado. Ela lidaria com isso quando tivesse tempo.
—
Thaísa passou com segurança pelo período de risco de 24 horas.
Foi transferida da unidade de terapia intensiva para um quarto normal.
Após o término do simulado, Dandara correu para o quarto do hospital e encontrou Thaísa acordada.
— Dandara, por que suas roupas estão molhadas?
Thaísa, deitada na cama do hospital, olhou para a filha com uma expressão preocupada.
...
Klébia também notou que não eram apenas as roupas que estavam molhadas, mas também o cabelo.
O cabelo havia sido arrumado, mas as roupas não secaram tão rápido.
...
Dandara largou a mochila, um sorriso amargo surgiu em seu rosto pálido, e ela fingiu calma:
— Não é nada, mãe. Hoje, fui acidentalmente molhada ao passar por um lava-rápido.
— Mas o funcionário já me pediu desculpas.
— É mesmo?
Thaísa forçou um sorriso, falar era difícil para ela.
— Se algo acontecer, você precisa contar para a mamãe e para sua prima, entendeu?
— Não aconteceu nada, de verdade.
Dandara abaixou a cabeça e disse em voz baixa:
— Mãe, acho que vou me sair bem neste exame. Muitas das questões eram dos tópicos que a prima destacou.
— Klébia...
Thaísa segurou suavemente a mão de Klébia, chorando de gratidão.
— Obrigada.
Se não fosse por ela, ela já estaria morta.
Não era que ela temesse a morte...
Mas temia que, após sua partida, sua pobre filha sofresse todo tipo de humilhação.
Mas agora ela não tinha mais medo.
Porque com Klébia, ela protegeria Dandara.
— Somos família, não precisa agradecer. — Klébia deu um tapinha na mão de Thaísa e sorriu. — Tia, descanse bem. Eu cuidarei de Dandara durante este tempo.
— Certo.
Assim que Klébia terminou de falar, Yuriel, que estava em silêncio ao lado, falou de repente:
— Fique tranquila, nós cuidaremos de Dandara.
...
Thaísa olhou para Yuriel, pensando que aquele rapaz era muito gentil.
Realmente era o irmão de Klébia.
— Dandara.
Oziel hesitou por um momento, mas logo entendeu e riu baixinho:
— Só fiz isso em você.
— Ah.
Klébia fez um bico, aninhou-se ainda mais em seus braços, fechou os olhos e ordenou:
— Yuri, investigue o que aconteceu com Dandara na escola recentemente.
— O chefe já deu essa ordem, estamos investigando.
Yuri respondeu respeitosamente e brincou:
— A Srta. Paixão e o chefe realmente pensam da mesma forma.
— Oh.
Klébia franziu os lábios, talvez sim.
— Yuri.
Oziel sorriu, satisfeito:
— Seu salário será dobrado este mês.
Yuri:
— Obrigado, Srta. Paixão, obrigado, Srta. Paixão, obrigado...
As coisas importantes devem ser ditas três vezes.
Klébia: ???
Nem um garimpeiro encontraria um ouro tão puro quanto ele.

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