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A Virgem de Luxo romance Capítulo 230

Ele respirou fundo e continuou.

— Quanto mais você pede para confiarmos, parece que as coisas ficam mais difícil, já percebeu? E eu ainda estou tentando. Então me explique!

— É o Ethan nessa foto! - Falei arqueando uma sobrancelha, o vendo rir desacreditado.

— Ethan? Está tendo um caso com o "nosso" amigo? - Perguntou ele, virando o rosto para o lado, balançando a cabeça em negação.

— Eu não estou tendo um caso com Ethan, Senhor Schimidth! - Respondi sorrindo, mas logo desfiz, quando ele me olhou bravo.

Arson deu um passo até mim e arqueou uma sobrancelha, cruzando os braços.

Ele maneou a cabeça levemente para o lado e seus olhos estavam fixos aos meus.

— Por que me chamou assim? - Perguntou ele, com um tom sério. — Lavine, o que está havendo. Fale de uma vez por todas!

— Durma aqui comigo! - Falei direta, o vendo abrir os olhos mais que o normal, me olhando espantado.

— É tão sério assim? - Disse ele, com um sorriso nasalado em seguida.

— Não, mas ao menos você verá que não está acontecendo o que pensa. Eu não quero mais maus entendidos entre nós e da mesma forma que me pediu uma vez, sou eu quem quero te pedir que confie em mim. Antes de viajar amanhã, passe a noite aqui comigo.

Quando eu terminei de falar, ele respirou fundo e já abriu a port sem esperar por mim. Fui atrás dele, sentindo meu coração apertar e era como se meus olhos gravassem cada segundo daquele pequeno instante.

Para mim, ele parecia em câmera lenta.

Arson tirou o terno, o colocou no braço da cadeira. Em seguida, ele desabotoou os punhos e tirou a gravata, abrindo os botões da camisa branca impecável.

Os cabelos castanhos, o corpo bem trabalhado e aquela barba rasteira o deixava elegante, mas o que mais me arrancava suspiros, era a respiração curta, junto aos olhos felinos sobre mim.

Com a expressão de bravo, Arson se encostou na cabeceira da pequena cama de acompanhantes e travou o maxilar, me encarando.

— Lavine, se continuar aí parada eu vou embora! - Disse ele, me olhando com uma expressão fria.

Fui até ele.

Puxei a coberta da cama e nos cobri, me ajeitando entre os braços dele. Era notório a irritação dele, a julgar pela forma em que ele se continha para não perder a paciência.

— Arson eu não quero te esconder nada, mas não posso te falar agora. Será que não pode entender que não quero que saia da minha vida e preciso que não se afaste agora? - Perguntei com os olhos marejados, o encarando fixamente.

Arson virou o rosto para o lado e se sentou na cama, ficando de costas para mim.

— Você ou o nosso filho estão em perido? - Perguntou ele, com um tom baixo.

— Não! - Menti novamente. Eu na verdade, não fazia ideia.

— Isso afeta a gente? Tem outra pessoa envolvida? - Perguntou ele, tendo o meu silêncio.

Ele então, se virou para me olhar.

— Não afeta a gente! - Falei o estendendo o meu mindinho nvamente.

Arson entrelaçou o dele e me puxou.

— "Uverennost" - Disse ele, se aproximando e então, nos beijamos.

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