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A Virgem e o CEO Em Coma - Casamento Forçado romance Capítulo 2

Rocco Pussenti

Me ajoelhei entre suas pernas, tocando devagar em suas coxas, e levantei a barra do vestido, expondo a calcinha onde era visível o pano úmido sobre a carne. Porém, Waleska segurou meus pulsos e, quando olhei em seus olhos, vi-a fazendo um gesto negativo.

— Rocco… Não…

— Porra, Waleska… Eu estou duro! Louco para te foder gostoso. Mas só tem graça se você quiser.

— Não acho que é o momento, nem o lugar… — disse suspirando. — Não percebe? — falou, sufocada pelo meu beijo. — Isso é loucura, nem te conheço.

— Nunca fez sexo casual? — perguntei, duvidando.

Subi minhas mãos, agarrei as ondas macias de seus seios e procurei sua boca. Ela só podia estar brincando. Eu queria fodê-la! Precisava daquilo. Aproveitei seus gemidos e o corpo dela pedindo por mais. Desci minhas mãos com toques macios sobre a pele, passando pelo pescoço, pela separação dos seios, deslizando em volta do umbigo, até chegar e me enfiar na sua calcinha.

A filha da mãe estava molhada pra caralho, encharcando meus dedos. Com a porra da vontade que eu estava sentindo, foderia aquela gostosa mais rápido do que podia admitir.

Movido pela ansiedade, me sentindo um adolescente frouxo e prestes a explodir, lacei o nó do cinto enquanto sugava sua boca. Infelizmente, ela ainda estava consciente, não estava bêbada de vontade como eu. Waleska barrou minhas mãos assim que expus a cueca. Meu saco latejava, pedindo para ser esvaziado, e a piroca dolorida implorava para foder a provinciana.

— Rocco…

— Ai, que droga… — o homem dentro de mim dizia que eu tinha que me controlar para não fodê-la à força. Deitei meu corpo sobre o dela e falei ao seu ouvido: — Não deixa eu me enterrar em você, tudo bem. Mas não vou dormir com meu pau dolorido por sua causa.

Ela riu, sarcástica. Dei minha primeira friccionada contra sua calcinha, passando até o saco entumecido sobre a boceta protegida.

Ela gemeu. A filha da puta gostosa estava curtindo. Por que aquela safada não me deixava entrar nela?

Soltei os braços dela, e então ela me abraçou, cravando as unhas em minhas costas. Apoiei de vez meu corpo sobre o dela, tomando cuidado para não esmagar a deusa embaixo de mim. Senti os bicos apetitosos dos seios roçarem o meu corpo, junto com a fricção do saco no seu sexo.

Me sentia um garotão novamente, dando um baita rala pelos cantos da escola.

Tomei sua boca, abafando nossos gemidos, e procurei me aproveitar ao máximo daquilo.

— Eu quero te foder… Quero enterrar minha piroca na sua bocetinha quente e molhada. Porra, Waleska! Tenho certeza de que você, gostosa desse jeito, vai ordenhar meu pau rapidinho e me fazer gozar igual um louco… — mas ela só gemia e não me dava a porra de um alvará para entrar nela. — Waleska… — rosnei de ansiedade.

— Eu… Não… — falou entre ofegos.

Puta que pariu. É foda. Ou eu gozava daquele jeito, ou me contentava com uma punheta sozinho no quarto. Isso, jamais. Digamos que, por hoje, iríamos brincar de voltar no tempo da escola. Eu iria me molhar igual a um adolescente precoce, mas por ela. Pela provinciana gostosa. Tinha certeza de que valeria a pena. Do jeito que ela era quente, logo me diria “sim”.

(...)

Após acompanhar Waleska até a esquina onde morava, fui andando rumo à pousada, pois precisava falar com Levy antes de ir para o meu quarto. Sabia que, quando batesse na cama, um sono profundo me consumiria.

Bati à porta do Levy e nada de ele atender. Meti a mão na maçaneta e, para minha sorte, estava destrancada. Adentrei o quarto, deparando-me com uma cena de horror: Levy estava deitado de bruços, com o traseiro exposto, completamente nu.

Que nojo!

Ao seu lado direito, uma gata. Ao acordar o dom-juan, acabei despertando também as garotas, pois, ao seu lado esquerdo, debaixo do edredom, havia outra. As duas correram peladinhas para o banheiro, como se meu olhar de raio X não tivesse escaneado seus corpos.

O filho da puta do Levy já tinha feito um ménage! E eu fiquei só de beijinho e uma sacanagem de leve.

— Porra, Rocco! B**e na porta.

— Eu bati, você não atendeu. Então entrei. Preciso conversar.

— Aguarda lá no seu quarto que já estou indo. Vou falar com as garotas.

— Não demora, que o sono está batendo.

Passados alguns minutos, Levy entrou no quarto. Cara de acabado, bocejando muito. Pelo visto, a noite tinha sido boa.

— E aí? — já sabia que vinha merda. — Fodeu aquela gostosa da barraca de vinhos?

— Não.

— Até descobrir se ela é sua parente, fica complicado.

— Mas esse não foi o motivo. Eu tentei comer ela. Waleska é quem não quis. E isso me deixou ainda mais louco por aquela mulher.

— Ô, tarado, ela pode ser sua tia.

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