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Adeus, Canalha! Agora Estou Grávida e Casada com Seu Tio. romance Capítulo 249

Rodrigo finalmente conseguiu acalmar Beatriz e a levou para o quarto.

— Água. — Pediu ela, deitada na cama.

Rodrigo foi buscar um copo d'água.

Quando voltou, encontrou Beatriz completamente despida...

Uma veia pulsou em sua testa.

Aproximou-se da cama e a ajudou a se sentar para beber água.

— Abra a boca, beba.

Depois de dois goles, ela parou de beber e colocou as mãos nos ombros dele.

Rodrigo apoiou um braço ao lado dela enquanto colocava o copo em segurança na mesa.

O quarto estava bem iluminado.

Beatriz olhava para ele com os olhos desfocados da bebida.

Com o maxilar tenso e os olhos escurecidos, Rodrigo puxou o lençol para cobri-la.

No jardim, já tinham se deixado levar pela paixão.

— Durma direitinho, e nunca mais beba quando eu não estiver por perto.

Beatriz apenas sorriu em resposta.

Na manhã seguinte, a consequência da bebedeira foi uma forte dor de cabeça.

Rodrigo se aproximou, roçando seu nariz no dela.

— Os beijos de ontem foram bons?

Beatriz não se lembrava da noite anterior, mas fingiu naturalidade: — Foram ótimos.

— Sim, foram mesmo. — Rodrigo lançou-lhe um olhar sugestivo enquanto colocava seu relógio: — Preciso viajar.

— O quê? Por que não me avisou antes?

E por que ele a olhava daquele jeito significativo?

— Surgiu um imprevisto. Não se esqueça de tomar seus remédios todos os dias.

— Para onde vai?

— Angola.

Beatriz o acompanhou até a porta, bocejando: — Tenha cuidado.

Rodrigo se virou antes de sair e provocou: — Bia, você está com remela no olho.

Rodrigo pensou na irmã falecida, seus olhos cheios de tristeza: — Chris, pare o carro. Não há saída à frente.

Chris voltou a falar com doçura: — Depois de tantos anos, ainda não consegui te matar. Maria sempre dizia que seu irmão era o melhor. Se você é tão bom, por que deixou Maria se sacrificar por você?

Ela sempre achou que o irmão era o melhor, o que irritava Chris profundamente.

Chris olhava para frente enquanto dirigia. Dessa vez, achava que poderia vencer Rodrigo.

Não morreria antes de Rodrigo.

Chris lembrou do primeiro encontro com Maria, anos atrás.

Ele tinha quinze anos.

Maria tinha catorze.

Pálida e tímida, sempre seguindo Rodrigo.

Chris tinha acabado de voltar do exterior, e Rodrigo foi seu primeiro amigo.

Colocou o braço no ombro de Rodrigo: — Por que trouxe uma menina? Nós vamos...

Piscou marotamente.

Aos quinze anos, Chris era alegre e extrovertido, muito diferente do adulto aparentemente gentil, mas louco, que se tornaria.

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