A Sra. Alves assentiu: — Sim. Como está o seu trabalho ultimamente?
— Está indo bem, entrando nos eixos aos poucos.
Enquanto falava, Inês sentou-se ao lado da Sra. Alves.
— Que bom.
Inês passou o dia inteiro na mansão. Jantou e só foi embora depois que a Sra. Alves foi dormir.
Elisa acompanhou Inês até a porta e entregou-lhe os pratos que havia preparado à tarde: — Senhorita, aqui estão os seus pratos favoritos. Leve e coloque na geladeira, dá para comer por dois dias.
— Certo, Elisa, muito obrigada.
Elisa olhou para ela com carinho: — É o mínimo. Não trabalhe demais, você emagreceu ultimamente, com certeza não tem comido direito.
— Sim, eu sei. Pode entrar, está ventando muito à noite.
— Vou esperar você sair.
Inês assentiu, colocou a comida no banco de trás, acenou para Elisa e partiu com o carro.
A mansão da Família Alves ficava perto da periferia da Capital, e havia apenas uma estrada para voltar à cidade.
Já passava das nove da noite quando Inês saiu, e havia poucos carros na estrada.
Enquanto dirigia, Inês percebeu algo estranho de repente: um carro preto parecia estar seguindo-a o tempo todo.
Sua mão apertou o volante involuntariamente. Ela olhou pelo retrovisor e pisou no acelerador.
O carro de trás também acelerou.
Ela pisou no freio para reduzir, e o carro de trás também reduziu.
Agora, Inês tinha certeza: o carro de trás estava seguindo-a.
Lembrando-se da sensação de ser observada ao ir e vir do trabalho nos últimos dias, o coração de Inês acelerou. Ela pegou o celular que estava no banco do passageiro para ligar para a polícia.
Mal digitou dois números, o carro de trás acelerou repentinamente.

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