Ele está de olho em Inês, provavelmente agirá em breve.
Pensando nisso, Clarice encontrou uma oportunidade e interceptou César na porta do banheiro.
— César, acabei de ver você conversando com minha irmã. Você gosta dela?
César olhou para Clarice, sem qualquer expressão no rosto:
— Clarice, você não veio me avisar para não me aproximar de Inês, veio?
Clarice sorriu brevemente:
— César, você está brincando. Se você pudesse se tornar meu cunhado, eu ficaria feliz demais.
— Uma caipira vinda do interior merece que eu a leve para casa e me case?
O tom de César era desdenhoso, sua expressão arrogante, daquele jeito, parecia que ele só queria se divertir com Inês.
— Entendo. Então eu tenho um jeito de fazer você conseguir a minha irmã, mas você precisará pagar um pequeno preço.
— Que preço?
O sorriso nos lábios de Clarice aprofundou-se:
— César, não é conveniente falar agora. Vamos marcar um horário outro dia para conversar com calma.
César olhou para o decote semioculto de Clarice e também sorriu:
— Pode ser.
Por outro lado, quando Inês encontrou Benícia, ela estava conversando com amigas.
Ao ver Inês, Benícia avisou as amigas e puxou Inês para o lado.
— Para que a avó Olívia te chamou?
Inês balançou a cabeça:
— Nada demais, apenas recomendou que eu bebesse pouco.
Benícia não resistiu e brincou:
— Com essa sua tolerância de um copo só, eu também não ousaria mandar você beber.
Inês: ...

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