Ao voltar para casa, Lucas lavou a louça e a colocou no escorredor. Assim que enxugou as mãos e saiu da cozinha, Francisco lhe enviou uma mensagem.
[Tio, você e a Inês estão juntos?]
Lucas estreitou os olhos e digitou em resposta: [Chame-a de tia.]
Francisco: [……]
Pouco depois, ele enviou outra mensagem.
[Minha mãe me disse que a avó já sabe da existência da Inês. É melhor você tomar cuidado nestes dias. Conhecendo a personalidade da avó, é possível que ela venha para a Capital.]
Antes, Débora tinha apenas ouvido Ursula comentar que ele havia encontrado uma mulher de quem gostava na Capital, e logo apressou-se a pegar um avião para ver como Inês era.
Considerando o quanto sua avó mimava Lucas, ela certamente não conseguiria se conter e viria também.
Ao pensar na personalidade de sua avó, Francisco sentiu uma dor de cabeça iminente.
Se Inês batesse de frente com ela, com certeza sairia perdendo.
Lucas: [Já entendi. Você não dá conta nem dos seus próprios problemas e ainda tem tempo para se preocupar com os meus?]
Francisco: [Não é porque você é meu tio? Como seu sobrinho, é natural que eu me preocupe com você.]
Lucas: [O que te preocupa é se eu vou terminar com a Inês, e quando, para você aproveitar a oportunidade e tentar algo com ela, não é?]
Francisco: [……]
Para que dizer verdades tão cruas?
Se a conversa continuasse assim, não haveria mais o que falar.
Fechando a tela de conversa dos dois, Lucas abriu o chat de outra pessoa em sua lista de contatos e enviou uma mensagem.

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