Antes que ele pudesse terminar a frase, sua coxa foi violentamente golpeada com uma cadeira.
Uma dor aguda e excruciante o invadiu. César soltou um grito de agonia, e gotas graúdas de suor frio escorreram por sua testa.
Contudo, antes que ele pudesse se recuperar, sua coxa recebeu mais um golpe brutal.
A dor era lancinante!
César desejava apenas perder a consciência e desmaiar, mas a dor intensa que irradiava de sua perna o mantinha terrivelmente desperto. Cada segundo que se passava era um tormento indescritível para ele.
O homem em pé diante dele deu um sorriso sarcástico: — César, quando você mandou quebrarem a minha perna, nunca imaginou que este dia chegaria, não é mesmo?
A dor era tanta que César não conseguia formular uma palavra. Mesmo que desejasse implorar por misericórdia, não lhe restava força alguma.
Ao observar o corpo do outro se encolher involuntariamente em reflexo à dor, com os pulsos e tornozelos esfolados e sangrando devido ao atrito contra as cordas de tanto forçar, Severino sentiu apenas uma profunda satisfação.
Ele arrancou bruscamente a venda dos olhos de César e sorriu, deliciando-se com a expressão de puro sofrimento no rosto do prisioneiro.
— Severino... Eu sei que errei com você. Se me deixar ir, eu lhe darei uma quantia de dinheiro suficiente para viver o resto dos seus dias com conforto...
Assim que as palavras foram ditas, Severino agarrou-o pelo queixo e cuspiu diretamente em sua boca.
César sentiu um ímpeto instintivo de vomitar, mas Severino forçou sua boca a se fechar bruscamente.
— César, tudo o que você me fez no passado, eu cobrarei em dobro no dia de hoje.
César tentou se debater, mas era impossível escapar das garras de Severino.


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