— Certo.
Lucas deu partida no carro e partiu.
Bianca ficou parada na porta, até o carro distante desaparecer do seu campo de visão; só então desviou o olhar e se virou para voltar para dentro.
No caminho de volta, Inês perguntou a Lucas se ele teria que viajar frequentemente entre a Capital e a Cidade do Mar depois daquilo.
Lucas assentiu:
— Sim, além disso, faz pouco tempo que assumi o Grupo Leite, há muitos assuntos na empresa que devem ser resolvidos presencialmente, por isso deverei viajar com frequência.
— Se não houver nada urgente, você deve tentar ficar na Cidade do Mar, senão pegar avião o tempo todo será muito cansativo.
— Mas eu sentirei a sua falta.
Encontrando os olhos profundos de Lucas, o rosto de Inês começou a esquentar inconscientemente, e ela desviou o olhar por instinto.
— Você... Se sentir muito a minha falta, eu ocasionalmente posso ir à Cidade do Mar para te encontrar.
Os lábios de Lucas não puderam deixar de se curvar, ele assentiu e disse:
— Está bem.
O sinal vermelho ficou verde, e Lucas acelerou o carro.
Logo após passarem pelo cruzamento, de repente, um caminhão grande vindo na direção oposta avançou diretamente em direção ao carro deles.
Como aquele era um trecho de pista única, não havia como desviar.
A expressão de Lucas mudou drasticamente, ele apressou-se a girar o volante todo para a direita, virando-se ao mesmo tempo para abraçar Inês, bloqueando-a com seu próprio corpo.
O caminhão chocou-se contra o carro de Lucas.
Sob o impacto do caminhão, o carro de passeio rolou várias vezes, quebrou a grade de proteção ao lado e caiu direto da ponte.
Um segundo antes de perder a consciência, Inês ouviu Lucas falar em voz baixa ao seu ouvido, a voz terna como sempre.
— Inês, não tenha medo.
...
— Lucas!


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