Não muito tempo depois de Inês chegar à empresa, Valdir bateu à porta e entrou apressadamente.
— Srta. Inês, vários de nossos parceiros comerciais com os quais já havíamos fechado negócio acabaram de ligar exigindo a rescisão de seus contratos.
— O que aconteceu? Nós não tínhamos deixado tudo perfeitamente acertado antes?
O rosto de Valdir estava sombrio: — Parece que o Grupo Serpa lhes ofereceu condições muito favoráveis, e eles até se dispuseram a pagar as multas por quebra de contrato no lugar deles.
Inês apertou com força os documentos em suas mãos e disse com a voz gélida: — Entre em contato com esses parceiros e veja se consegue marcar um encontro com eles.
— Certo.
Ao meio-dia, Valdir bateu à porta e entrou no escritório para informar a Inês sobre a situação do contato com aqueles parceiros.
— Srta. Inês, eu entrei em contato com todos os parceiros que pretendiam rescindir, e apenas o Virgílio, da Vale Constante, concordou em se encontrar com você à noite.
Inês assentiu: — Ótimo, defina o horário e o local, e eu irei direto para lá assim que sair do trabalho.
Logo entardeceu. Quando Inês chegou ao restaurante, Virgílio já estava presente.
Virgílio havia construído sua riqueza do zero e possuía uma boa personalidade. Da última vez em que o procurara para negociar uma parceria, Inês ficara com uma impressão bastante favorável a respeito dele.
Diferente do entusiasmo demonstrado durante as negociações anteriores, desta vez Virgílio tinha uma expressão apática no rosto.


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