Até a sua mãe já gostaria de ver Victor como genro da família.
— Francisco, eu não queria que fôssemos inimigos. Mas, por causa da Daniela, nós seremos rivais no amor.
Victor continuou de forma enfática:
— De agora em diante, não a machuque mais. Eu não permitirei que você cause mais dor a ela.
Francisco abriu um sorriso amargo:
— E como eu teria coragem de feri-la agora? Eu faria qualquer coisa para cuidar dela, mas a Daniela simplesmente não precisa mais do meu afeto.
Como naquela manhã, em que ele a esperou logo cedo em frente à mansão com um café da manhã preparado com carinho. Ela preferiu continuar com fome a aceitar a sua demonstração de afeto.
Pousando a xícara na mesa, Francisco levantou-se.
— Victor, desculpe o incômodo.
Victor o acompanhou até a saída.
Ao chegarem à porta do elevador, pouco antes de entrar, Francisco virou a cabeça e disse:
— Eu também não queria que as coisas fossem assim. Mas, pelo visto, não há outra saída senão sermos inimigos. Victor, a nossa amizade acaba aqui.
Tornara-se impossível ver Victor como um amigo.
Victor sentia o mesmo.
Agora eram rivais.
Quando dois rivais se enfrentam, o conflito é inevitável. A amizade que existia entre eles se rompeu no exato momento em que ambos se apaixonaram pela mesma mulher.
...
Grupo Vieira.

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