Viviane assentiu com a cabeça.
— Está bem, vamos agora mesmo.
— Viviane, eu te levo até o porto.
— Tudo bem.
Letícia e Viviane saíram juntas do apartamento e foram até a rua. Letícia estava pensando em como mandar uma mensagem para Sérgio.
Ela, claro, não podia ligar diretamente para ele, senão ele começaria a desconfiar. Precisava sair dessa história sem deixar rastros.
Mas agora Viviane estava ao seu lado. Como faria para passar a mensagem sem se expor?
Nesse momento, Viviane falou:
— Letícia, vamos chamar um táxi logo, não podemos perder tempo!
Viviane deu alguns passos à frente e esticou o braço na calçada para parar um carro.
Enquanto Letícia se sentia cada vez mais ansiosa, uma bola de borracha rolou até seus pés. Logo em seguida, uma menininha veio correndo:
— Moça, essa é a minha bola.
Letícia ficou aliviada. Justo no momento de maior aflição, apareceu aquela criança.
Era como uma salvação caída do céu. Ela poderia usar a menininha.
Um plano já começava a se formar em sua mente. Olhou para Viviane, que estava distraída tentando chamar um táxi, e viu que era o momento certo.
Letícia se agachou e pegou a bola do chão.
— Pequena, essa bola é sua?
A garotinha assentiu:
— Sim! Eu chutei sem querer e ela foi parar no seu pé. Você pode me devolver, por favor?
Letícia sorriu de canto.
— Claro que posso te devolver... Mas antes... — Disse ela, abaixando o tom de voz. — Você pode me fazer um favor?
A menina perguntou:
— Que favor?
Letícia se inclinou e cochichou no ouvido da criança:
— Você pode fazer uma ligação para mim?
A menina ficou surpresa:
— Fazer uma ligação?
Letícia imediatamente fez uma expressão de tristeza, tentando comover a garotinha:
— Olha, eu estou em apuros agora, preciso muito da sua ajuda. Me diz, você é uma criança boazinha?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista
Por favor, comprei o livro no mercado pago e o capítulo vai até 1176, gostaria que liberassem os próximos capítulos. E-mail [email protected]...