Mateus ficou surpreso.
Nesse momento, Emilly estava deitada sob ele, com seus cabelos soltos e brilhando sobre o lençol. O quarto de casamento, decorado pela Sra. Helena, tinha lençóis vermelhos, e a cor realçava a pele branca e suave dela, fazendo-a brilhar de maneira provocante.
Se ela estivesse deitada assim sob outro homem...
Mateus apertou o punho. Queria explicar. Ele havia mandado alguém levar remédios para ela, não um homem.
Mas as palavras não saíam.
Emilly o olhou.
— Vá embora.
Ela o mandou ir embora.
Mateus não se moveu.
Emilly começou a se debater. Sempre que pensava na noite anterior, quando ele levou Monique para o Castel di Fiori, sentia que não queria ter nenhum tipo de contato físico com ele.
— Mateus, vá embora! Você acabou de dormir com a Monique, já se lavou?
Mateus ficou em silêncio.
Ele segurou as duas mãos de Emilly e as prendeu na cama, falando num tom frio:
— Emilly, não se mexa!
Emilly não o ouviu. Continuou se debatendo com mais força ainda.
Agora, Mateus a pressionava contra o corpo dele. O corpo delicado e suave de Emilly se contorcia sob o dele como uma serpente pequena, se roçando através da fina camada de roupa, em um movimento sugestivo.
Mateus se lembrou de como ela se comportou na noite anterior, sedutora, mordiscando e o beijando enquanto ele a abraçava. Ele ainda se lembrava de cada detalhe.
Uma chama selvagem surgiu de repente em seu peito, e seus olhos brilharam com desejo.
Emilly rapidamente percebeu a mudança. Ela parou de se mover.
Olhou para ele com seus olhos brilhantes e surpresos.
— Você... está...
Mateus praguejou mentalmente e imediatamente a soltou, se sentando na cama.
— Não!
Emilly também se ergueu.
— Mas...


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