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Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista romance Capítulo 249

Efigênia queria, mais do que tudo, exibir sua felicidade para Emilly.

O olhar de Emilly continuava frio e impassível, sem dizer uma palavra.

Efigênia levou a mão até a própria barriga, ainda discreta.

— Emilly, será que você está com inveja de mim? Algumas pessoas, depois de uma noite, só conseguem tomar pílula anticoncepcional, têm alergia e até desmaiam. Já eu? Estou grávida e ainda recebo o amor supremo. A vida realmente trata cada um de um jeito, não é?

— Você... — Sofia e Daniela tentaram falar.

Mas Emilly as interrompeu. Sua voz era calma:

— Vamos embora. — Assim que terminou de falar, virou-se e saiu.

Sofia e Daniela a seguiram.

— Emilly, por que você não deixou a gente responder a ela?

Emilly curvou os lábios num sorriso irônico e autodepreciativo.

— Pra quê? Ela só disse a verdade.

Ela tomava anticoncepcional, teve reação alérgica e desmaiou.

Enquanto Efigênia estava grávida e virava uma superestrela.

As preferências dele eram tão evidentes, tão cruéis.

Efigênia sabia exatamente como feri-la. Era como uma farpa cravada no coração de Emilly: bastava um leve toque para doer.

As três estavam esperando o elevador quando um grupo se aproximou. À frente, uma figura alta e elegante: era Mateus.

Mateus vinha acompanhado de Félix e outros. O gerente do Hotel Bela Vista veio recepcioná-los pessoalmente.

— Presidente Mateus, por aqui. Vamos usar o elevador VIP.

O gerente abriu a porta do elevador exclusivo.

Então era verdade, Mateus viera. Ele viera para a festa de aniversário de Efigênia.

Claro. Efigênia estava grávida dele agora, era natural que ele comparecesse.

Naquele instante, de dentro do elevador VIP, Mateus ergueu o olhar e o pousou no rosto dela.

— Entrem.

Ele as convidava para o elevador VIP.

O gerente prontamente acrescentou:

— Senhoritas, por favor, entrem.

Emilly não queria entrar. Ainda não entendia por que Mateus havia pedido desculpas na noite anterior. De qualquer forma, ela não estava disposta a perdoá-lo. Não queria dividir o mesmo elevador com ele. Na verdade, nem esperava encontrá-lo hoje.

— Sim, foi uma mordida. De um cachorrinho.

— Cachorrinho?

O homem soltou uma risada enigmática.

— Tenho um cachorrinho. Ele não é muito comportado, vive me mordendo.

— Presidente Mateus criando cachorrinho? Quem dera ser esse cachorrinho, que sorte!

Todos passaram a admirá-lo com inveja.

Emilly ficou sem palavras.

O elevador chegou ao destino.

Emilly saiu rapidamente.

Sofia e Daniela correram atrás.

— Emilly, por que você está andando tão depressa? Espera a gente!

Mateus observou a silhueta de Emilly se afastando. Um leve sorriso apareceu em seus lábios finos.

Nesse momento, seu celular tocou. Era uma mensagem de Efigênia.

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