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Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista romance Capítulo 257

Emilly realmente não esperava que ele voltasse. Há pouco, Monique havia sido tão mimada ao telefone, exigindo que ele a acompanhasse, mas, mesmo assim, ele não foi.

Monique sempre fora o xodó do coração dele. Antes, bastava uma ligação dela, mesmo sob efeito de drogas, e ele largava tudo para ir até ela.

Essa era a primeira vez que ele não o fazia.

Com o temperamento que Monique tinha, era difícil imaginar o quanto ela estaria surtando agora.

Mateus a observava.

— No que estava pensando agora há pouco?

Ele estivera parado atrás dela, vendo-a de cabeça baixa, quieta, como se estivesse imersa em pensamentos.

De repente, lembrou-se da garota naquela caverna, anos atrás, tão silenciosa e isolada quanto ela.

Despertava nele um instinto de proteção e cuidado.

Mateus não entendia por que via naquela Emilly a mesma figura daquela menina do passado.

Emilly não quis responder:

— Não estava pensando em nada.

Mateus não insistiu. Baixou os olhos para sua camisa e calça social, agora molhadas. Quando ela se virou, a água do copo havia se derramado sobre ele.

— Minha roupa está molhada.

Emilly rapidamente pegou um guardanapo e começou a secá-lo.

— Desculpa, não foi minha intenção.

A camisa branca, agora úmida, colava-se ao corpo dele, revelando sutilmente os músculos firmes e definidos. Emilly, com o guardanapo na mão, passou a secar a camisa e foi descendo, passando pela cintura, onde se via um cinto de couro preto, até alcançar a calça molhada...

— Emilly.

A voz rouca dele soou por cima da cabeça dela.

Emilly continuava concentrada na tarefa:

— O que foi?

— Foi de propósito?

O quê?

Ela parou imediatamente. Ao notar o contorno evidente na calça dele, seu rosto corou violentamente.

Deu alguns passos para trás, apressada:

— Eu juro que não foi de propósito...

Mateus a olhou por um instante.

— A roupa está molhada. Vou tomar um banho. Daqui a pouco, minha secretária vai trazer outra. Fique com as roupas.

Sem esperar resposta, virou-se e entrou no banheiro.

Logo, o som da água correndo preencheu o ambiente, sinal de que ele já estava no banho.

Ela havia deixado o dela sobre a pia. Pegou o frasco e se aproximou:

— Presidente Mateus, está aqui.

A porta de vidro jateado se abriu.

Emilly mantinha o olhar baixo e estendeu o frasco para ele, sem encará-lo.

Mas ele não pegou.

Seu braço começou a doer de tanto esticar.

"O que ele está fazendo?"

Emilly ergueu um pouco o rosto, confusa.

E, nesse instante, seus olhos encontraram os dele. Mateus tinha um leve sorriso nos lábios, um olhar provocador.

— Está com medo de me olhar?

"Ele fez isso de propósito!"

O rosto de Emilly ficou ainda mais corado.

— Se não quiser, esqueça!

Virou-se para sair.

Mas, nesse momento, um braço firme segurou seu pulso delicado, e Mateus a puxou bruscamente para dentro.

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