Monique se assustou e puxou rapidamente o braço dele.
— Mateus, para onde você vai?
Mateus respondeu:
— Vou voltar. A Emilly ainda está lá dentro.
— Mateus, você ainda quer voltar para salvar a Emilly?
Mateus puxou o braço, livrando-se da mão de Monique.
— Eu jamais deixaria a Emilly sozinha aqui. — Sem dizer mais uma palavra, virou-se e foi embora.
Monique tentou segurá-lo.
— Mateus, meu coração está doendo... acho que vou desmaiar... estou realmente desmaiando...
Mas, não importava o quanto Monique gritasse, Mateus já havia voltado.
Mateus entrou no galpão e viu que o homem da cicatriz e os outros capangas de preto estavam todos caídos no chão. Emilly não estava em lugar algum.
Imediatamente, Mateus agarrou o colarinho do homem da cicatriz.
— Onde está a Emilly?
O homem da cicatriz cobria os olhos, contorcendo-se de dor.
— Ela fugiu! Aquela v*dia conseguiu se soltar das cordas sem que a gente percebesse, e, quando nos aproximamos, ela jogou algum tipo de substância na gente... ai, meus olhos! Estou cego!
Ele e os outros capangas se reviravam no chão, claramente intoxicados pelo que Emilly havia usado.
Mateus correu até a janela do galpão, agora aberta. Emilly havia fugido por ali.
Ele pegou o celular e fez uma ligação.
— Deem um jeito nisso aqui e encontrem a Emilly!
...
Mateus levou Monique ao hospital. A Sra. Berenice, Maria e Alzira chegaram pouco depois. Maria segurou a mão de Monique com força.
— Monique, você está bem?
— Mãe, estou bem.
— E a Emilly?
Monique mordeu o lábio, tomada pela raiva.
— Aquela Emilly fugiu sozinha.

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