Emilly ainda estava na antiga mansão da família Araújo preparando o antídoto, quando a porta se abriu e uma empregada entrou.
— Emilly, a Sra. Berenice pediu que você vá até ela.
Será que a Sra. Berenice estava procurando por ela?
Emilly nem levantou a cabeça e respondeu com um tom indiferente:
— Não vou.
A empregada ficou surpresa.
— Por quê? Emilly, como você ousa! A Sra. Berenice mandou chamá-la e, mesmo assim, você se recusa a ir? Isso é uma falta de respeito inaceitável!
Emilly soltou um riso frio. Até uma simples empregada ali se achava no direito de lhe dar ordens. Isso só mostrava o quanto a família Araújo a desprezava.
— Vocês precisam entender uma coisa: estou aqui para desenvolver o antídoto. Fui convidada por vocês, não vim por vontade própria. Se a Sra. Berenice tem algo a tratar comigo, que venha ela mesma. Eu não irei até lá.
— Você...!
Diante da postura arrogante de Emilly, a empregada só pôde sair, furiosa.
A empregada voltou ao quarto da Sra. Berenice, que logo se adiantou e perguntou:
— E a Emilly?
— Sra. Berenice, fui chamá-la, mas ela se recusou a vir.
A Sra. Berenice franziu o cenho.
— Por quê?
— Sra. Berenice, a Emilly foi extremamente arrogante. Disse que, se a senhora tem algo a dizer, deve ir até ela mesma, que não viria de forma alguma.
A Sra. Berenice ficou paralisada por um instante.
A empregada perguntou:
— E agora, Sra. Berenice? O que vamos fazer?
O rosto da Sra. Berenice ficou sombrio. Ela se perguntava o que poderia fazer. Seu filho mais amado, Carlos, estava no hospital, em estado vegetativo, segundo os médicos. Ela precisava de Emilly para salvá-lo.
— Está bem, eu mesma vou falar com ela!


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista
Por favor, comprei o livro no mercado pago e o capítulo vai até 1176, gostaria que liberassem os próximos capítulos. E-mail [email protected]...