Mesmo que Emilly estivesse extremamente preocupada com Mateus e quisesse permanecer ao lado dele para acompanhá-lo, precisava ir embora.
Ficar só traria ainda mais sofrimento para Mateus.
Emilly se virou e saiu.
— Emilly, não vá!
Mateus afastou os lençóis e desceu da cama, abraçando-a por trás.
Ele encostou o rosto nos longos cabelos dela, e sua voz saiu rouca:
— Emilly, por favor, não vá. Não me deixe, está bem?
Emilly sabia o quanto Mateus estava sofrendo. Ela também sentia a mesma dor.
— Mateus, solte-me. Se continuar assim, você vai acabar morrendo de dor.
Mas Mateus não a soltou. Ao contrário, apertou-a ainda mais em seus braços.
— Então que eu morra de dor, Emilly... Só não me abandone!
Mas, no segundo seguinte, uma dor lancinante tomou conta do corpo dele. Os olhos de Mateus escureceram, e seu corpo alto e forte desabou mais uma vez.
Emilly correu para ampará-lo.
— Mateus!
...
Quando Mateus voltou a si, a noite já havia caído. Eduardo e Vitória estavam ao lado da cama, vigiando-o atentamente.
— Mateus, você acordou?
Com os olhos cheios de preocupação, Eduardo e Vitória se apressaram para ajudá-lo a se sentar.
Mateus olhou ao redor, procurando por alguém.
— Sr. Eduardo, Sra. Martins... Onde está Emilly? Para onde ela foi?
Eduardo respondeu:
— A Emilly, ela...
— Ela vai embora com a Sabrina, não é? Não! Eu preciso encontrar a Emilly!
Mateus afastou o cobertor e se levantou da cama.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista
Por favor, comprei o livro no mercado pago e o capítulo vai até 1176, gostaria que liberassem os próximos capítulos. E-mail [email protected]...