Mateus acenou com a cabeça e caminhou com Emilly em direção ao quarto.
Emilly, um pouco confusa, perguntou:
— O que a dona falou sobre as coisas que têm cobrança adicional?
Mateus olhou para Emilly por um momento; em seus olhos puros e transparentes, um grande ponto de interrogação estava estampado, como se ela estivesse muito curiosa.
Mateus desviou o olhar e não respondeu.
Os dois entraram no quarto 503. O quarto estava muito limpo, mas só havia uma cama.
Emilly abaixou a cabeça. Como ela e ele iriam dormir naquela cama pequena, naquela noite?
— Emilly.
Mateus chamou o nome dela por trás.
Era a segunda vez que ele a chamava.
Emilly virou-se.
— O que foi? — De repente, ela se lembrou. — Você queria me perguntar alguma coisa no carro. O que era?
— Você...
Mateus queria perguntar, mas, nesse momento, o WhatsApp de seu celular tocou.
Mateus abriu a mensagem e viu que Monique havia enviado uma foto para ele.
Era uma foto de Monique na infância.
Mateus clicou na foto e percebeu que Monique, quando criança, tinha certa semelhança com Emilly.
Mateus parou por um momento e viu a legenda de Monique: [Hoje encontrei essa foto no meu álbum, você lembra de como eu era naquela época?]
Ele percebeu que tinha se enganado. Monique era a garota de antigamente.
Acontece que Emilly, quando criança, se parecia um pouco com Monique, o que fez com que ele tivesse essa impressão errada.
Mateus achou que estava sendo um pouco ridículo. Como pôde ele ter achado que Emilly era a garota de antigamente?
Emilly não era.
— Presidente Mateus. — Emilly o chamou nesse momento.
Mateus olhou para cima.
— Não é nada, vou entrar no banho.
— Tá bom.

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