Já que Elisa Ferreira disse isso, Melina Barbosa pediu que ela mantivesse a videochamada ligada enquanto observava os entregadores trazerem o colchão e os outros itens. Somente depois que tudo estava arrumado e eles foram embora, Elisa Ferreira encerrou a chamada.
Elisa Ferreira olhou ao redor, vendo que tudo estava em ordem. Deitou-se na cama e finalmente sentiu-se em paz.
Pensou um pouco e desligou o celular.
— Agora, finalmente, ninguém pode me perturbar — disse Elisa Ferreira, fechando os olhos com tranquilidade.
…
Melina Barbosa estava olhando o celular quando sentiu um peso em sua cintura. Era Gustavo Ferreira, que se aproximara e colocara a mão sobre ela.
— Terminou? — perguntou Gustavo Ferreira com voz suave.
Melina Barbosa respondeu:
— Sim, terminei.
— Então vamos dormir — disse Gustavo Ferreira, movendo-se para apagar a luz do abajur.
Melina Barbosa entrou em pânico e disse apressadamente:
— Não… eu ainda não… — preparei-me psicologicamente.
Mais cedo, no carro, ela havia concordado com Gustavo Ferreira de forma impulsiva, mas agora, na hora de agir, começou a sentir um calafrio, sem saber como proceder.
— É que… eu…
Gustavo Ferreira pressionou Melina Barbosa suavemente, deitando-a na cama.
Em seguida, ele a cobriu com o edredom, e os dois ficaram juntos sob o mesmo cobertor.
Nesse momento, Gustavo Ferreira se moveu e colocou a mão na cintura fina de Melina Barbosa.
Quem diria que uma cintura tão delicada já abrigava uma pequena vida?
O coração de Melina Barbosa disparou, seu corpo enrijeceu, sem ousar se mover.
Ela sentia medo e expectativa ao mesmo tempo.
Contudo, depois de colocar a mão em sua cintura, Gustavo Ferreira não fez mais nenhum movimento.
Passou-se um bom tempo assim!
Um olhar de dúvida, misturado com um pouco de decepção, cruzou os olhos de Melina Barbosa.
Só isso?
Mas Gustavo Ferreira realmente não se moveu mais.
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