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Casamento Acidental, A Escolha Certa romance Capítulo 165

Ela precisava ajudar a mãe a comprar uma casa e ainda quitar dívidas, o que exigiria bastante dinheiro, então economizava sempre que possível.

“Se precisar de algo, me avise. Posso contatar o Sr. Caminha a qualquer momento.”

“Está bem.”

Já que tinham voltado ao Jardim da Primavera e não iriam mais ver imóveis, o casal decidiu retornar ao pequeno lar para descansar.

Nesse meio tempo, Leona telefonou para a mãe e, ao saber que as duas senhoras estavam sendo bem cuidadas, ficou aliviada.

Depois, ligou para a mãe da Priscila, Tereza, e comentou que gostaria de convidar um especialista para avaliar a energia da casa. Tereza, muito solícita, aceitou prontamente.

Ao voltarem para o prédio onde moravam, avistaram um casal saindo de lá.

A princípio, Leona não deu importância, mas, após cruzarem com eles, parou repentinamente e virou-se para observá-los.

“O que foi? Você os conhece?”

Leona respondeu: “A mulher eu não conheço, mas o homem... acho que já o vi em algum lugar. Ele é... deixe-me pensar.”

Nanto fixou o olhar nas costas do homem, com um olhar gélido.

Infelizmente, ele tinha dificuldade em reconhecer rostos e não conseguia lembrar a fisionomia do outro.

Ao desviar o olhar, Leona percebeu que o marido estava com a expressão fria e penetrante, então apressou-se em explicar: “Não entenda mal, eu não tenho ex-namorado; você não terá um rival.”

Nanto rapidamente conteve qualquer sinal de ciúmes, voltando ao seu habitual tom calmo e educado. “Não estou entendendo mal.”

Ele sabia que ela nunca tivera um namorado antes.

Os sentimentos dela eram tão puros quanto os dele.

O Sr. Barreto não admitiria jamais que estava sendo possessivo.

Leona o olhou por alguns instantes. Ele parecia tão tranquilo que ela chegou a duvidar se tinha realmente visto aquela expressão anterior.

“Nanto, assim que chegarmos, vá dormir um pouco. Suas olheiras estão bem marcadas.”

Leona mudou de assunto.

O casal entrou no prédio e subiu direto ao 38º andar pelo elevador.

“Os livros antigos que sua bisavó deixou são interessantes, não? Quando terminar de ler, me mostre. Foram comprados quando ela era jovem, certo? Já têm mais de cem anos?”

Nanto pensou consigo mesmo: Realmente, não quero que você veja.

O que ela pensaria dele ao ver aquilo?

E, será que teria coragem de ver?

Aquele tipo de livro... depois de ler, ele mesmo... passava noites sem dormir, revirando-se na cama.

Ao fechar os olhos, só via aquelas imagens e posições.

Se fosse um manual de artes marciais, com sua boa memória e facilidade para aprender com imagens, com certeza se tornaria um mestre em pouco tempo.

Mas, tratava-se de um daqueles livros ilustrados, indispensáveis para mulheres que iam se casar no passado...

“Vou dormir um pouco, estou exausto.”

O jovem saiu quase fugindo, indo direto para o quarto.

Aquela reação só deixou Leona ainda mais curiosa, aumentando a vontade de descobrir que livro era aquele deixado pela bisavó.

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