Naquela noite, se ele deixasse a fechadura por consertar, ainda que fosse viver em outra casa, Nanto não conseguiria parar de pensar naquela tranca quebrada.
Ele decidiu que seria melhor arrombar a fechadura e trocá-la, para que pudesse dormir tranquilamente.
Então, ele ouviu um barulho dentro da casa.
Nanto ouviu passos se aproximando. A pessoa usava chinelos, e como andava com passos largos, o som acabava sendo um pouco mais alto.
Em um instante, ele ficou em alerta. Havia alguém na casa, um ladrão havia entrado em sua casa!
Ou… será que aquela sem-vergonha da perseguidora tinha invadido a casa?
Talvez a ladra tenha trancado a porta por dentro? Por isso a chave dele não funcionava?
Várias hipóteses passaram pela cabeça de Nanto.
Logo, a porta se abriu.
Sem pensar, Nanto deu um soco.
Mas a pessoa se desviou.
"Sr. Barreto?"
Nanto: "..."
Ele olhou surpreso para Leona, que tinha cabelos desgrenhados e estava vestida apenas de pijama, e perguntou: "Quem é você? Como você entrou na minha casa? De onde você tirou a chave?"
Leona: "... Sr. Barreto, eu sou sua esposa legítima. O senhor que me deu a chave."
Ele era casado? Ah, sim, ele era.
Mas como era a aparência real de sua esposa? Nanto não conseguia se lembrar!
Alguns minutos depois.
Na luxuosa sala de estar, iluminada por várias luzes.
O casal estava sentado um em frente ao outro.
Um olhou para o outro.
Depois de um tempo, Nanto bufou duas vezes, explicando com vergonha: "Leona, me desculpe, pensei que você fosse aquela perseguidora."
Aquela perseguidora?
Ah, era ela.

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