O corpo de Lila se arqueou bruscamente, e um gemido entrecortado e rouco escapou de seus lábios, quase um lamento, quase um suspiro de prazer. A sensação foi intensa, arrebatadora, um choque de calor e vulnerabilidade que percorreu cada nervo do seu corpo. O instante do rompimento da barreira foi inevitável, um estiramento súbito, um ardor profundo, tão íntimo que ela sentiu o ar preso no peito e os olhos se fecharem por reflexo, como se o mundo tivesse parado naquele segundo.
Taylor, sentindo o corpo dela se contrair ao redor dele, fechou os olhos por um instante, respirando fundo, tentando manter o controle do próprio desejo que rugia dentro dele. Travou o maxilar e todo o seu corpo tencionou, ele sabia que precisava ir com cuidado. A mão grande deslizou até a lateral do rosto dela, acariciando-a com ternura, enquanto a outra se firmava ao lado de sua cabeça, como se a protegesse do próprio peso.
— Respira, princesa… — ele murmurou, a voz grave, rouca, carregada de emoção. — Tô aqui… com você…
Lila soltou o ar devagar, ainda trêmula, enquanto os dedos agarravam os lençóis com força. O corpo doía, mas, ao mesmo tempo, algo dentro dela queimava, um desejo crescente que pulsava a cada segundo. Instintivamente, suas pernas se abriram mais, convidando-o, aceitando-o, permitindo que ele se encaixasse por completo.
Taylor recomeçou devagar. Com movimentos lentos, profundos, quase reverentes. Ele entrava e saía com precisão controlada, como se quisesse que ela sentisse cada centímetro, cada detalhe dele, cada pulsar do próprio corpo dentro dela. O calor era intenso, o atrito, viciante, e cada nova investida arrancava de Lila um gemido mais alto, mais desesperado, mais entregue.
Ela sentia tudo. O peso dele sobre o corpo dela, o calor que os envolvia, o coração batendo rápido demais, como se fosse explodir. As mãos de Taylor não paravam, ora seguravam firmemente seu quadril para guiá-la, ora subindo pela curva da cintura até o seio, onde os dedos pressionavam com uma delicadeza provocante, arrancando dela novos sons que pareciam incendiar o ar.
— Taylor… — ela gemeu, num fio de voz, fechando os olhos e sentindo o corpo inteiro pulsar sob ele.
Ele se inclinou, roçando os lábios nos dela, respirando contra sua boca, como se o próprio ar entre eles fosse parte do prazer. O olhar azul faiscava intensidade, desejo cru, mas havia também algo mais profundo, quase indescritível: um carinho possessivo, protetor, devastador.
— Olha pra mim… — ele pediu, com a voz baixa, quase num comando.
Com esforço, Lila abriu os olhos, o encarando com os cílios úmidos e trêmulos. Quando encontrou os dele, o mundo pareceu sumir. Não havia mais quarto, mais nada. Apenas os dois, conectados, pele contra pele, respiração contra respiração, coração contra coração.
O ritmo dele foi mudando. Aos poucos, os movimentos de Taylor ganharam mais firmeza, mais profundidade e mais necessidade. A cada nova investida, o corpo de Lila o recebia com mais facilidade, o desconforto inicial desaparecia, dando lugar a um prazer quente e avassalador que a consumia inteira.
Lila gemia baixinho, o som doce e rouco que escapava de seus lábios incendiando ainda mais o sangue de Taylor. As unhas dela se cravavam nos ombros dele, pedindo por mais, guiando-o, puxando-o para mais perto. O coração dela batia tão rápido que parecia acompanhar o ritmo do corpo dele.
— T-Taylor… — ela arfou, quase sem voz, fechando os olhos e sentindo a respiração falhar.
Ele aproximou o rosto, colando a boca na curva do pescoço dela, deixando beijos quentes e úmidos que arrepiavam cada pedacinho da pele dela. A voz dele, grave e rouca, ecoou contra sua pele:
— Deixa eu te sentir, princesa… toda minha… só minha…
O quadril dele se encaixava perfeitamente entre as pernas dela, o corpo grande envolvia o dela por completo, como se ele tivesse sido feito para estar ali. O atrito era viciante, cada investida mais profunda do que a anterior, levando-a para um ponto onde o prazer era quase insuportável.

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