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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 122

O quarto estava mergulhado em um silêncio aconchegante, como se até o tempo tivesse decidido parar para dar espaço ao que tinha acabado de acontecer. O ar estava impregnado com o cheiro de pele, suor e desejo, uma mistura que parecia colar no ambiente, deixando-o carregado de significado. Os lençóis amassados guardavam as marcas da intensidade que tinham vivido, como testemunhas silenciosas de algo que não poderia ser apagado.

Lila estava deitada sobre o peito de Taylor, com os olhos ainda fechados, como se não quisesse romper a magia daquele momento. O rosto dela estava colado à pele quente dele, e o som compassado de seu coração era a única coisa capaz de acalmar a confusão de sentimentos que a dominava. Cada batida forte reverberava contra sua bochecha, e, pouco a pouco, o ritmo acelerado dele ia desacelerando, acompanhando o dela.

Os cabelos loiros de Lila caíam desordenados sobre os ombros, grudando levemente na pele úmida. Os dedos dela, ainda trêmulos, passeavam devagar pelo abdômen dele, traçando linhas preguiçosas, quase hipnotizadas pela firmeza dos músculos que sentia sob o toque. Ela ainda sentia cada parte do corpo latejar, sensível, viva, como se estivesse redescobrindo a si mesma.

Taylor, por sua vez, a mantinha envolta em um abraço firme, possessivo, protetor, como se quisesse prendê-la ali, junto dele, para sempre. Um dos braços a segurava pela cintura, mantendo-a colada ao corpo grande, enquanto a outra mão deslizava lentamente pelas costas nuas dela. Os dedos traçavam caminhos lentos, quase reverentes, como se ele quisesse memorizar cada curva, cada detalhe, cada pedacinho dela.

O corpo dele ainda estava quente, pulsando, e a respiração profunda denunciava que o coração dele também ainda não havia se acalmado por completo. Mas os olhos… ah, os olhos. Quando Taylor a encarava, havia neles um brilho diferente, quase selvagem. Um olhar que mesclava desejo, ternura, cuidado e uma devoção que Lila sentia mais do que via.

— Princesa… — ele murmurou, com a voz grave e rouca, ainda pesada pelo prazer recente, pelo cansaço, mas também por algo mais profundo. — Eu não sei se vou conseguir te deixar sair dessa cama hoje.

Lila abriu um pequeno sorriso, tímido, com os olhos ainda fechados, e respondeu num sussurro suave, quase sonolento:

— Não que eu quisesse sair mesmo…

Taylor soltou um riso baixo, preguiçoso, mas carregado de significado. Inclinou o rosto e depositou um beijo demorado no topo da cabeça dela, um gesto simples, mas cheio de tudo aquilo que ele ainda não tinha coragem de colocar em palavras. Ficou ali, com os lábios pressionados contra os fios loiros, como se pudesse gravar na memória o cheiro dela, o calor dela, o momento que dividiam.

O silêncio confortável se alongou, preenchendo o quarto com uma paz inesperada. O som das respirações entrecortadas era o único ruído presente, além do leve bater do vento lá fora contra as janelas. Lila deslizou a mão pelo peito dele, sentindo o calor da pele, o movimento sutil dos músculos, o batimento firme do coração que, de algum jeito, parecia se alinhar ao dela.

— Taylor… — ela murmurou, hesitante, quase com receio de quebrar a magia do instante.

— Hm? — ele respondeu, com os dedos ainda mergulhados nos cabelos dela, acariciando-os devagar, o polegar desenhando círculos suaves na nuca dela, como se quisesse acalmá-la antes mesmo de saber o motivo de sua inquietação.

Lila ergueu o rosto apenas o suficiente para encontrar os olhos dele. E foi um erro, ou talvez, um convite. Os azuis de Taylor estavam tão intensos, tão profundos, que quase a deixaram sem ar. Por um instante, ela sentiu o mundo inteiro sumir, restando apenas aquele olhar que parecia enxergá-la por completo.

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