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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 173

O quarto estava mergulhado em um silêncio quase reverente, o tipo de silêncio que amplifica cada som mínimo. O ranger discreto da cama sob o peso dos corpos, o roçar do tecido contra a pele, a respiração entrecortada que se misturava e preenchia todo o espaço. Era como se o mundo lá fora tivesse desaparecido, e restasse apenas o calor que se acumulava entre eles.

Taylor a tinha aninhada em seus braços, de conchinha, o corpo grande colado ao dela em um encaixe perfeito, como se tivessem sido feitos sob medida. Seu braço forte a prendia pela cintura, um gesto protetor e ao mesmo tempo possessivo, enquanto a mão dele se aventurava sob a barra da camiseta larga que ela usava. Os dedos grandes apertavam o seio de Lila em um ritmo lento, quase preguiçoso, mas cada movimento carregava uma malícia estudada, uma provocação calculada que a fazia perder o ar. Era cruel e delicioso ao mesmo tempo.

— Você é tão quente aqui… — ele murmurou contra a nuca dela, com a voz grave, arrastada, carregada de desejo. O som reverberou contra a pele dela, como se cada palavra se transformasse em vibração quente.

Lila gemeu baixinho, com os lábios entreabertos, o corpo inteiro reagindo. Arqueou-se contra ele, incapaz de se conter.

— Taylor… para… — tentou suplicar, mas sua voz soava fraca, falha, quase um convite disfarçado.

Ele riu baixinho, aquele riso rouco que mais parecia um trovão contido. A barba por fazer roçou a pele sensível do pescoço dela, arrancando-lhe um arrepio involuntário.

— Parar? — repetiu, provocador, deslizando o polegar lentamente sobre o mamilo rígido, arrancando-lhe outro arfar desesperado. — Seu corpo tá me dizendo exatamente o contrário, princesa.

Enquanto falava, a mão começou a descer com uma calma quase cruel. Passou pelo ventre delicado dela, traçando círculos preguiçosos, lentos, que a faziam estremecer a cada segundo. Lila segurou o braço dele, mas sem força, como se o gesto fosse apenas simbólico, um protesto que não tinha intenção real de impedi-lo. Seus quadris, porém, já se moviam de leve contra a mão dele, denunciando o quanto ansiava pelo toque.

— Cowboy… — gemeu, mordendo o lábio com tanta força que quase doeu.

Taylor sorriu contra o ombro dela, o tom da voz carregado de malícia e provocação:

— Sabe pra onde minha mão vai agora?

— Não… — ela tentou negar, mas o som saiu falho, entrecortado pelo desejo que a dominava.

— Vai sim, princesa. — ele sussurrou, sua boca tão próxima da orelha dela que o ar quente da respiração a fez arrepiar inteira. Os dedos já se infiltravam pelo cós do shortinho. — Porque eu quero sentir você aqui embaixo.

O coração de Lila disparou quando sentiu a palma quente deslizar para dentro da peça de roupa. O toque direto sobre a calcinha fina foi avassalador. Ela gemeu alto, sem conseguir mais se conter.

— Taylor!

— Shhh… — ele riu, beijando-lhe a orelha com ternura possessiva. — Fica quietinha. Só deixa eu cuidar de você.

Os dedos dele começaram a se mover devagar, pressionando sobre o tecido já úmido, em movimentos lentos, calculados. Ela fechou os olhos, o corpo inteiro tremendo de expectativa, e se agarrou ao braço dele como se fosse sua única âncora.

— Tá molhadinha pra mim, princesa… — ele murmurou, cada palavra carregada de desejo, os dedos desenhando provocações sobre o ponto mais sensível. — Não adianta fingir que não gosta.

— Seu tarado… — ela arfou, mordendo o lábio até quase sentir o gosto metálico. — Você vai me deixar louca.

Taylor riu baixo, um som carregado de malícia, enquanto mordiscava de leve a pele macia do pescoço dela.

— Esse é o plano.

E assim, a mão dele explorava cada centímetro sob o shortinho, sem pressa, enquanto a respiração de Lila se tornava cada vez mais entrecortada. O corpo dela se entregava completamente às carícias firmes e lentas do cowboy que, mesmo laçado de amor, sabia exatamente como conduzir o desejo dela até o limite.

Ele voltou a pressionar o centro sensível, esfregando em movimentos calculados, alternando círculos preguiçosos com carícias longas que desciam até a entrada e subiam de novo, sem nunca ceder por completo.

Lila fechou os olhos com força, o corpo inteiro tremendo, cada músculo em tensão.

— Eu vou enlouquecer… — confessou em um sussurro desesperado.

Taylor beijou-lhe a nuca, sorrindo contra a pele quente.

— Não princesa, vou te dar muito prazer.

Ela tentou virar o rosto para beijá-lo, mas ele a segurou firme, continuando a explorá-la com uma calma quase cruel. A mão dele parecia feita para conhecer seus limites, para brincar com eles, para provocar sem nunca entregar por completo, deixando cada nervo aceso e faminto.

— Taylor… — ela implorou em um gemido trêmulo.

Ele beijou a linha do maxilar dela, a voz firme, grave, inescapável:

— Ainda não, princesa. Hoje eu só quero explorar você. Te deixar no limite… e mostrar que eu mando no seu prazer.

Lila arfou, mordendo o lábio até doer, sentindo cada fibra do corpo implorar por mais. Ela sabia que não venceria aquele jogo. E, no fundo, adorava. Adorava ser dominada assim, entregue ao toque lento, ao controle absoluto do cowboy que, mesmo carinhoso, sabia ser implacável quando decidia brincar com seu desejo.

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