Taylor e Lila entraram na banheira cheia de água quente, com o vapor subindo em nuvens espessas ao redor deles. O ar se misturava ao cheiro agradável dos sais de banho e ao suor de seus corpos já cheios de desejo. A água morna tocava suavemente a pele deles, formando pequenas ondas a cada movimento. Taylor a puxou para o colo dele, segurando firme nas coxas dela e abrindo-as devagar. Lila soltou um suspiro profundo ao sentir o membro dele roçando contra sua parte íntima úmida.
O calor da água contrastava com a paixão intensa que queimava entre os dois. Ele a penetrou devagar, centímetro por centímetro, olhando fixamente nos olhos dela com um sorriso confiante e sedutor. A água transbordava para o chão, molhando os azulejos, enquanto ela se arqueava contra ele. Seus seios roçavam no peito largo e musculoso de Taylor, com os mamilos já endurecidos pela excitação e pelo contato.
— Assim, princesa… sinta como eu te preencho por completo — murmurou ele, com a voz rouca ecoando no banheiro úmido e cheio de vapor, enquanto começava a se mover.
Seus quadris subiam em um ritmo lento e profundo, fazendo a água derramar pelas bordas da banheira. Lila gemia alto, agarrando os ombros dele e cravando as unhas na pele firme. Seu corpo tremia a cada movimento profundo dele.
— Ann… Tay-Taylor… — ela conseguiu dizer, ofegante.
— Está gostoso, meu amor? Diz pra mim, tá? — perguntou ele, com um tom carinhoso e provocador.
Taylor acelerou o ritmo. Uma das mãos subiu para apertar um dos seios dela, com o polegar circulando o mamilo sensível, enquanto a outra segurava a nuca dela, puxando-a para um beijo intenso e apaixonado.
— Ann… — Lila gemeu durante o beijo selvagem, já sentindo o orgasmo se aproximando rapidamente.
— Goza, princesa, goza gostoso pra mim — incentivou ele, com a voz baixa e cheia de desejo.
Lila alcançou o clímax primeiro, soltando um grito abafado contra a boca de Taylor. Suas pernas tremiam na água, que agora estava morna e agitada com os movimentos. Mas ele não parou. Saiu da banheira carregando-a nos braços, com os corpos ainda unidos, e a levou para o quarto, onde o ar pesado e o cheiro doce do prazer já preenchiam o ambiente.
O quarto estava quente pelo resquício do banheiro, com o ar denso e carregado do aroma inebriante do prazer espalhado pelos lençóis bagunçados. Lila ainda respirava com dificuldade, o corpo ainda estava trêmulo. Ela tentava se recuperar do orgasmo intenso na banheira, mas Taylor não parecia querer parar. Seus olhos intensos a fitavam como um convite irresistível e cheio de paixão.
Ele a deitou na cama com um gesto cuidadoso, mas possessivo, erguendo-se um pouco sobre os cotovelos. Olhou para ela com um sorriso lento e sedutor, passando o dorso da mão pelo rosto dela para afastar os fios loiros grudados na pele suada e ainda úmida da água.
— Ainda não terminei com você, princesa… — murmurou, com a voz rouca e cheia de desejo puro. — Vire-se pra mim. Agora.
Lila abriu os olhos devagar, sentindo o corpo ainda sensível, e mordeu o lábio inferior, hesitante, com o coração batendo acelerado. O tom dele não era um pedido simples, era uma ordem firme.
Ela se virou de bruços devagar, apoiando os cotovelos no colchão, com o corpo ainda tremendo levemente. O lençol escorregou, revelando as curvas do seu corpo, e Taylor respirou fundo, com o maxilar tenso, como se estivesse controlando toda a sua impaciência. Ele segurou a cintura dela com as duas mãos, posicionando-a no centro da cama, e se inclinou sobre o ouvido dela, com a respiração quente e profunda:
— Assim… do jeitinho que eu quero.
Lila fechou os olhos, sentindo um arrepio percorrer todo o corpo ao toque dele. Taylor desceu uma das mãos devagar pelas costas dela, traçando linhas leves com a ponta dos dedos até chegar ao quadril. Apertou com firmeza, guiando cada movimento dela.
Ele se posicionou atrás, com a ponta do membro roçando contra sua entrada úmida, provocando-a de propósito e arrancando um gemido baixo e ansioso dela.
— Taylor… — sussurrou, com a voz falha, misturando pedido e entrega total.
Então ele mudou o ângulo, inclinando um pouco o quadril, e o efeito foi imediato: Lila soltou um gemido agudo, quase um grito, e arqueou o corpo todo contra ele, sentindo todo o corpo tremer. indicando que estava prestes a gozar.
— T-Taylor! — o nome saiu em um soluço, cheio de prazer e desespero.
Ele sorriu satisfeito, com a respiração pesada contra a pele dela, e sussurrou:
— É isso… sinta tudo… eu sei exatamente como te levar ao limite.
A pressão dentro dela aumentava rápido demais, criando uma tensão insuportável no baixo ventre, queimando e pulsando. Taylor notou e intensificou o ritmo, mais rápido e mais fundo, até que Lila não aguentasse mais. Seu corpo tremeu inteiro, e um grito rouco escapou, e o segundo orgasmo a atingiu como uma explosão, tirando todo o seu fôlego, força e resistência.
O prazer foi tão intenso que o corpo dela reagiu por instinto: um jorro quente escapou, e Taylor fechou os olhos, soltando um gemido grave ao senti-la estremecer embaixo dele. Ele segurou firme, controlando cada espasmo e aproveitando cada segundo, com os músculos tensos ao máximo.
— Isso, princesa… — murmurou contra a pele dela, com a voz rouca, quase um grunhido. — Me dê tudo.
Lila, ainda ofegante e com o corpo mole de tanto prazer, sentiu uma onda de empolgação tomar conta dela. Com um sorriso travesso e determinado, ela se virou rapidamente, invertendo as posições em um movimento fluido e surpreendente. Taylor, pego de guarda baixa, caiu de costas no colchão bagunçado, os olhos se arregalaram por um instante antes de se renderem ao brilho safado nos olhos dela. Nua e radiante, com a pele brilhando de suor e resquícios de água da banheira, Lila subiu sobre ele, montando em seu colo como uma rainha tomando o trono. Seus cabelos loiros caíam em cachos úmidos sobre os ombros, e ela se inclinou para frente, com os seios roçando o peito dele enquanto sussurrava no ouvido dele, com a voz baixa e sedutora:
— Agora é a minha vez, cowboy.

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