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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 235

Taylor prendeu os pulsos dela acima da cabeça com uma das mãos, enquanto a outra segurava firme na lateral da coxa dela, afastando-a para abrir espaço. Ele se encaixou de novo, profundo, devagar, e Lila arqueou o corpo com um gemido que ecoou pelo quarto.

— Ahhhh! Taylor…!

Ele fechou os olhos, pressionando a testa contra a dela, com os dentes cerrados, e a respiração pesada.

— Isso… — murmurou, entre gemidos baixos. — Sente cada centímetro, princesa… sente só quem é que te faz perder o juízo.

Lila mordia o lábio, tentando conter os sons, mas falhava a cada novo movimento dele. Taylor, percebendo, sorriu de canto, malicioso.

— Não se segura… — disse, provocando, acelerando um pouco o ritmo. — Quero ouvir… tudo.

Ela gemeu alto, entregando-se completamente, com as pernas tremendo ao redor da cintura dele. Os dedos de Taylor soltaram os pulsos dela e deslizaram pelos seios, apertando-os com firmeza, enquanto o quadril dele acelerava, entrando e saindo dela num ritmo mais intenso.

— Tay… ahhh…! — ela arfava, agarrando os ombros dele.

Taylor mordeu o queixo dela de leve, rindo baixinho, excitado.

— Arriégua, Lila… — ele murmurou, com a voz falhando de tanto prazer. — Você… vai me fazer gozar junto com você.

Ela arfava, desesperada, o corpo inteiro em chamas. Cada investida dele a levava mais perto do limite, o prazer crescendo rápido demais.

— Eu… tô… quase… — Lila sussurrou, trêmula, com os olhos cerrados.

Taylor segurou o rosto dela com as duas mãos, obrigando-a a encará-lo.

— Olha pra mim… — ordenou, num sussurro possessivo. — Quero que olhe nos meus olhos enquanto goza.

E então, num última estocada profunda, o prazer explodiu.

Lila gemeu alto, arqueando o corpo, tremendo inteira, chamando o nome dele, num sussurro rouco:

— Tay… lor…

Taylor enterrou o rosto no pescoço dela, gemendo junto, o corpo todo rígido, até que ambos desabaram na cama, ofegantes, suados e completamente tomados.

Por alguns segundos, só havia o som da respiração pesada dos dois. O quarto cheirava a calor, desejo e pele. Taylor se apoiou no cotovelo, ainda dentro dela, com os olhos azuis brilhando de prazer e provocação. Sorriu lento, puxando o queixo dela com o polegar.

— Princesa … — disse, com a voz rouca, ainda ofegante. — Temos que ter cuidado, não quero deixar meu filho traumatizado.

Lila gargalhou, cobrindo o rosto com as mãos, e deu um tapa leve no peito dele.

—Idiota!— murmurou, corada, mas sorrindo.

Taylor riu baixo, mordendo o lábio, e sussurrou contra a boca dela:

— Sabe que eu amo quando você ri assim, né? — ele disse, com a voz agora baixa, carregada de carinho.

— Eu sei — respondeu ela, provocante. — E você sabe que eu amo quando você tenta fingir que é racional e falha miseravelmente.

— Falhar virou minha especialidade desde que você apareceu — murmurou, roçando o nariz no dela. — Eu era um homem tranquilo, organizado…

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