Quinton ajeitou os óculos com a mão e perguntou, com sua voz serena:
— Não vai dar problema não deixar eles subirem?
— O problema seria se eles subissem. — retrucou Carla.
Quinton não conseguiu evitar uma risada.
Mesmo assim, ponderou:
— Eu não tive muito contato com o Sr. Vasconcelos, mas a impressão que ele me passa... é de alguém extremamente obstinado. Ele não desiste fácil de nada.
Ao dizer isso, lançou um olhar cheio de significado para Mirela.
Mirela franziu levemente as sobrancelhas, sentindo um enorme desconforto.
Era exatamente a cara de Leonardo.
Já que ela o tinha barrado, ele certamente faria de tudo para entrar à força.
Ela suspirou.
— Vamos comer primeiro. Quando o problema bater na porta, a gente lida com ele.
Quinton não insistiu mais.
Sabia manter uma distância segura e respeitosa, evitando se intrometer demais na vida dela.
Mergulhar a carne no fondue trouxe uma satisfação imediata.
A cerveja desceu bem, espalhando um calor agradável pelo corpo.
Mas a paz durou pouco.
Desta vez, bateram diretamente na porta do apartamento.
— Polícia! Abram a porta!
A voz rígida soou do corredor.
Os três congelaram.
Os olhos de Carla se arregalaram, incrédulos.
— Polícia? Por que a polícia estaria aqui?
Mirela, igualmente confusa, levantou-se e foi abrir.
Deu de cara com dois policiais de expressão severa.
— Recebemos uma denúncia anônima de que há um cassino clandestino funcionando neste endereço. Precisamos entrar e revistar. — O policial mostrou o distintivo e entrou, impondo sua autoridade.
Ao ouvir aquilo, a dor de cabeça de Mirela só aumentou.
— Nós não estamos apostando nada.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Casei por Amor, Me Divorcei por Dignidade
Totalmente fora de contexto esse capítulo, ficou uma bagunça....
Descontaram 20 moedas no total...
Cobraram as moedas e não disponibilizou o capítulo, de sendo que está com erro...