Brenda assentiu:
— Certo, Sra. Medeiros.
Quinton se levantou:
— Perfeito, vamos juntos.
— Vamos.
Os dois saíram do hospital. O brilho do fim de tarde banhava a cidade, e o trânsito fluía agitado nas ruas.
Quinton analisou a expressão dela e perguntou:
— Não conseguiu resolver aquilo?
— Não.
Mirela estava desanimada. Toda aquela situação já estava se arrastando por tempo demais.
Quinton indagou:
— O Sr. Vasconcelos voltou atrás de novo?
— Não sei. — Mirela suspirou. — Mas, enquanto eu não estiver oficialmente divorciada, não vou retirar o processo. Ele querendo ou não, isso vai ter que acontecer.
Quinton acenou com a cabeça:
— Você é bem determinada. Como percebi que está de mau humor, deixe-me pagar um jantar para você.
Ele conferiu o relógio no pulso:
— Me recomendaram um bistrô aqui perto. Dizem que a comida é ótima.
Os olhos de Mirela brilharam de interesse:
— Eu aceito.
Naquele momento, ela realmente precisava de uma bebida.
Caso contrário, aquele nó preso em seu peito nunca se desfaria.
Quinton sugeriu:
— Vamos no meu carro. Depois eu te levo para casa.
Mirela pensou um pouco e, como beberia, não poderia dirigir de qualquer forma. Acabou concordando.
— Tudo bem.
Quando chegaram ao bistrô, a noite já estava caindo. As luzes quentes iluminavam o lugar e, assim que entraram, um leve aroma de vinho pairou no ar.
— Que bom vê-lo, Sr. Carvalho.
O dono do estabelecimento veio recebê-los com um grande sorriso.
Havia uma cozinha aberta em estilo ocidental logo ali, onde o dono, usando avental, preparava filés.
Quinton escolheu uma mesa qualquer, puxou a cadeira para ela e perguntou:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Casei por Amor, Me Divorcei por Dignidade
Totalmente fora de contexto esse capítulo, ficou uma bagunça....
Descontaram 20 moedas no total...
Cobraram as moedas e não disponibilizou o capítulo, de sendo que está com erro...