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Casei por Amor, Me Divorcei por Dignidade romance Capítulo 678

— O Adilson não é seu amigo? Vocês cresceram juntos, não têm segredos.

A voz eletrônica ressoou. O tom de Mirela era determinado; ela de forma alguma daria banho nele.

Leonardo virou o rosto na direção dela, igualmente teimoso:

— Conhecer não significa tocar, Mirela. Você sabe que eu não toco nos outros, e os outros não tocam em mim.

— Então tome banho sozinho.

Mirela foi inflexível e guardou o celular no bolso.

Leonardo ouviu o som da tela do celular sendo bloqueada. Apertou os lábios, esperou um pouco e depois perguntou:

— Pelo menos pode me levar até o banheiro?

Ao ouvir isso, Mirela franziu suas belas sobrancelhas.

Ela encarou o rosto de Leonardo, sentindo-se um tanto conformada. Sabia que as decisões dele não mudavam facilmente.

Ela se levantou, segurou-o pelo braço para ajudá-lo a sair da cama e o guiou até o banheiro.

Em seguida, pediu para ele ficar parado em um canto, tirou o celular e digitou:

— Tire as roupas. Se eu perceber qualquer outra reação da sua parte, o banho acaba.

Ouvindo o aviso, as sobrancelhas de Leonardo sob as ataduras se ergueram levemente. Ele assentiu devagar.

Ele começou a se despir com calma, enquanto Mirela abria o chuveiro ao lado para ajustar a temperatura da água.

Quando a temperatura estava perfeita, ela se virou e viu que ele já estava completamente nu, parado com uma expressão serena.

Os cílios de Mirela tremeram levemente, e seu olhar inevitavelmente percorreu o corpo dele.

Primeiro, notou a ferida no peito, que ainda não estava totalmente curada e não podia ser molhada. Outras partes de seu corpo também carregavam cicatrizes de diferentes tamanhos.

Ela se lembrava de que, no passado, o corpo dele não tinha tantas marcas.

E todas elas haviam sido feitas naquele ano.

Todas por causa dela.

O coração de Mirela apertou intensamente, como se estivesse sendo esmagado, trazendo de volta aquela sensação de sufocamento.

Ela respirou fundo, caminhou até ele, pegou a mão dele e escreveu na palma de sua mão com o dedo:

— Vou pedir um curativo à prova d'água para a enfermeira. Sua ferida não pode molhar.

— Tudo bem.

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