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CEO e gêmeas romance Capítulo 18

No dia seguinte…

Eram quatro horas da tarde.

O céu estava escuro e o ar, úmido, o que deixava as pessoas desconfortáveis.

"Shenie! Finalmente você atendeu o telefone. Onde você está?" Sunny parecia muito preocupada ao telefone.

"Estou no táxi. Fui levada por alguém ontem à noite. Queria ligar para você, mas pegaram meu telefone. Já estou indo para o hospital. Como está minha mãe?", perguntou Shenie.

"Tia Mia sumiu!", disse Sunny.

"O quê?!"

"Como você não voltou ontem ao hospital, eu fiquei com ela durante a noite. De manhã, eu saí para comprar sopa. Quando voltei, sua mãe tinha ido embora. Shenie, é melhor você se apressar, eu já chamei a polícia." Sunny estava tão ansiosa que estava prestes a chorar.

O telefone de Shenie caiu de sua mão.

"Moço, você pode dirigir mais rápido?", perguntou Shenie ao motorista, ansiosamente.

"Claro."

Logo, Shenie chegou ao hospital. Sunny estava chorando em um canto.

"Sunny!", exclamou Shenie.

"Shenie!" Sunny imediatamente correu até ela. Ela agarrou a mão da amiga e chorou. "Por que não consegui falar com você a noite toda? Tia Mia está desaparecida. Procurei por todo o hospital, mas não consegui encontrá-la. Para onde você acha que ela foi?"

Shenie também estava em pânico. Ela disse: "Acalme-se, deixe-me pensar…".

"Yanie realmente não vale nada. Olha só as mensagens que ela mandou para a tia Mia." Sunny segurava o celular com a mão trêmula.

Shenie pegou o celular e deu uma olhada.

Mensagens?

Quando Yanie tinha mandado mensagens para a mamãe?

Como ela não sabia nada sobre isso?

"Você já está no último estágio do câncer de estômago. Por que ainda quer se submeter ao tratamento? Por que tem tanto medo de morrer?"

"Você sabe de onde vem o dinheiro para cobrir seus custos médicos? Vem de sua filha, que teve que vender o corpo."

"Estou falando sério, eu nunca vou te chamar de mãe na minha vida. Não quero que ninguém saiba que tenho uma mãe tão inútil."

"Yanie só tem uma mãe e o nome dela é Wendy. Você entendeu?

As mãos de Shenie tremiam muito. Essas mensagens tinham sido enviadas no dia anterior.

"C*ramba! Ela mandou todas essas mensagens quando eu não estava por perto", resmungou Shenie.

Mas não era hora de se vingar de Yanie. Ela primeiro tinha que descobrir o paradeiro de sua mãe…

"Ah, me lembrei que tem um parque aqui perto do hospital. Minha mãe geralmente gosta de passear por lá. Vamos!" Ela mal terminou de falar e já saiu correndo para fora do prédio.

Sunny chorava enquanto corria: "Por que seu pai te levou ontem? Quando a tia Mia viu as notícias à noite, ela chorou tanto..."

"Mãe…" Shenie se agachou lentamente.

As roupas de Mia estavam totalmente encharcadas e seu rosto estava pálido. Ela estava imóvel na grama.

"Mãe, o que aconteceu?" Shenie rapidamente colocou Mia no colo e afastou o cabelo do seu rosto. "Mãe, o que há de errado? Diga alguma coisa..."

"Mãe, eu estou aqui…"

"Mãe, acorde, eu estou de volta. Se você não quer fazer a cirurgia, então a gente volta para Oak City, tá?" Seus lábios tremiam e sua voz oscilava. "Mãe, vamos voltar pra casa. Vamos voltar agora mesmo..."

"Shenie...", disse Sunny ao se agachar. Ela estendeu a mão para tocar Mia. Seu corpo já estava rígido.

"Mãe, sou eu, a Shenie. Vamos para casa. Acorda! Vamos para casa. Não vamos mais ficar no Brooklyn, tá bom?" As lágrimas de Shenie corriam pelo seu rosto.

"Shenie…" Sunny mordeu o lábio e começou a chorar também.

"Mãe, fale comigo. Abra os olhos e olhe para mim. Mãe …" Shenie a segurava nos braços e chorava copiosamente.

Enquanto isso, as pessoas ao seu redor estavam discutindo e criticando-as.

O dia estava nublado desde cedo. E então começou a chover.

"Está chovendo!" Todos começaram a correr em todas as direções.

Naquele momento, o carro da polícia chegou.

"Mãe…" Shenie segurou o rosto de Mia e gritou: "Mãe!"

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