Quando Maia viu o rosto da empregada ficando roxo de falta de ar, ela finalmente afrouxou os dedos.
Ela se recostou na cabeceira, com o olhar perdido, e murmurou, quase para si mesma:
— Onde o Fabiano está?
A empregada, ainda em pânico, levou as mãos ao pescoço e começou a puxar o ar com força. O ar entrando pela traqueia irritada queimava por dentro, mas ela se esforçou ao máximo para não tossir.
De repente, Maia olhou na direção dela. A empregada levou um susto e estremeceu:
— Srta. Maia… eu… eu não falo mais nada.
— Mais tarde você liga para o Fabiano e fala para ele que eu estou me sentindo muito mal.
A empregada assentiu com força. Porém, quando ela ligou, a mensagem do outro lado continuou a mesma de antes. Ela não teve coragem de contar a verdade para Maia e apenas disse que ninguém tinha atendido.
À tarde, à noite, a empregada ligou incontáveis vezes. O resultado foi sempre o mesmo.
Será que Fabiano realmente tinha decidido não cuidar mais de Maia?
…
Na UTI especial, o médico falou baixo com Fabiano:
— Senhor, o bebê já está dormindo profundamente. O senhor já pode colocá-lo na cama.
Fabiano já estava naquela mesma posição havia duas horas.
Fabiano estava sentado na beirada da cama, com as costas eretas. Tinha a cabeça levemente inclinada, e o olhar escuro permanecia fixo no pequeno corpo adormecido apoiado sobre o seu ombro.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: CEO Fabiano, Você Foi Chutado para Fora do Jogo!