Ciclo de Rancor romance Capítulo 267

Resumo de Capítulo 267 – Sentiu o impulso de matá-lo: Ciclo de Rancor

Resumo de Capítulo 267 – Sentiu o impulso de matá-lo – Ciclo de Rancor por Luísa

Em Capítulo 267 – Sentiu o impulso de matá-lo, um capítulo marcante do aclamado romance de Romance Ciclo de Rancor, escrito por Luísa, os leitores são levados mais fundo em uma trama repleta de emoção, conflito e transformação. Este capítulo apresenta desenvolvimentos essenciais e reviravoltas que o tornam leitura obrigatória. Seja você um novo leitor ou um fã fiel, esta parte oferece momentos inesquecíveis que definem a essência de Ciclo de Rancor.

Deirdre não conseguira proteger o livro de partituras, que, de qualquer forma, fora rasgado em dois. Isso a deixou desconfortável, como se sua destruição fosse o presságio de que algo muito ruim estava para acontecer.

Brendan percebeu que ela estava triste, então disse:

― O livro de partituras não está completamente destruído. Só foi rasgado no meio. Devemos ser capazes de restaurá-lo se conseguirmos um profissional para consertá-lo. ―

― Você acha? ― Deirdre se virou e agarrou a mão de Brendan, com excitação, mas afrouxou devido à dor. Havia um olhar de antecipação em seus olhos.

― Claro. ― Brendan a encarou. ―Quando eu menti para você? ―

Depois, que terminou de lavar os cabelos da jovem, reabasteceu a banheira com mais água morna e deixou Deirdre de molho, enquanto saía para chamar Sam.

― Além do incidente de hoje, acredito que Vyn também cometeu vários crimes. Olhe para as coisas que ele fez e mande-o para a prisão, quero que ele pague por tudo de errado que já fez nessa vida. ―

Brendan falou com uma voz fria que não deixou espaço para qualquer resistência. Sam também queria muito fazer isso, mas tinha que ser realista.

― Senhor Brighthall, você tem certeza disso? Já fechamos a negociação das terras dos Austen. Se prendermos Vyn, os Austen certamente nunca concordariam em... ―

― Preciso tanto do pedaço de terra dele? ― Os olhos de Brendan estavam cheios de solenidade. Ele desejou poder exterminar Vyn. ― De qualquer forma, se os Austen tiverem coragem de ir contra o Grupo Brighthall, eles enfrentarão consequências muito piores do que ter um playboy inútil na cadeia. ―

Depois de falar com Sam, Brendan levou Deirdre ao hospital. Foi uma sorte que a jovem não tenha se ferido gravemente, pois, além do ferimento feio em sua mão, tinha apenas ferimentos leves no resto do corpo.

Brendan olhou para os dedos de Deirdre e notou que eles ainda pareciam extremamente bonitos, tivesse passado por muitas dificuldades no passado. Ele franziu as sobrancelhas e falou com o médico em particular.

― Ela vai ficar com cicatrizes? ―

O médico disse:

― É difícil dizer. Teremos que ver como a ferida cicatriza depois que ela recebe pontos. No entanto, seria impossível para ela não ter nenhuma cicatriz. ―

Brendan ficou furioso e sentiu vontade de matar Vyn Austen.

― Tudo bem, entendido. ―

― Sim. ― Brendan olhou para ela, com um olhar gentil. ― Quando você e o livro de música estiverem bem, você pode voltar a tocar piano. ―

Deirdre sorriu mais largamente e adormeceu profundamente, tomada pela exaustão. Entretanto, Brendan não conseguia dormir, pois ainda queria dar a Vyn uma punição inesquecível.

Deirdre descobriu sobre a vingança pela televisão, no dia seguinte. Houve uma reportagem sobre Vyn sendo detido e enviado para a prisão sob a acusação de assassinato. O corredor estava cheio de vozes de pessoas discutindo o incidente. Os Austen eram uma família influente e poderosa e as pessoas não esperavam que Vyn fosse realmente um ser tão selvagem.

Maeve ficou radiante ao assistir ao noticiário, enquanto descascava uma maçã, ao lado de Deirdre.

― Aquele monstro merece isso. Brendan ficou acordado a noite toda no escritório. Suponho que ele estava ocupado fazendo isso. ―

‘Ficou acordado a noite toda?’ Deirdre não tinha palavras.

Maeve deu a ela um pedaço de maçã e disse com um sorriso:

― Posso ficar tranquila sabendo que seu relacionamento com Brendan é tão estável. Estarei livre de preocupações, quando for embora, amanhã. ―

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