PRESENTE
NOITE DE NÚPCIAS
DARIUS
—Não acredito que você preparou tudo isso em segredo.
O brilho nos olhos de William não desaparece. Ele fala sem parar, como faz quando fica realmente nervoso.
—Estamos no meio do puto oceano!
Sorrio enquanto o observo, escutando sua tagarelice enquanto bebo minha cerveja e caminho até o convés de popa do iate.
Porque sim, cansei de ficar em terra, cansei de estar cercado de gente e decidi que passaríamos nossa noite de núpcias perdidos no mar.
A lua está sobre nós, as ondas se movem tranquilas ao redor do iate, e as luzes suaves do convés fazem o rosto lindo do meu companheiro parecer ainda mais irreal.
—Venha aqui e pare de tentar manter o equilíbrio antes que caia de novo pela borda —digo, inclinando-me para a frente para puxá-lo até o amplo colchão de tomar sol que preparei na popa.
Está cheio de almofadas confortáveis, transformado em um ninho feito para nos beijarmos e nos tocarmos como estamos fazendo agora.
William cai em cima do meu corpo, e mal tenho tempo de deixar a garrafa de cerveja rolar para o chão antes de capturar aqueles lábios deliciosos.
Minhas mãos vão para sua cintura, acomodando-o sobre mim enquanto nos recostamos contra as grandes almofadas.
Nossos lábios se encontram com sons úmidos enquanto o beijo se torna cada vez mais profundo.
Minha língua desliza para dentro para invadi-lo e se enroscar na sua, entre grunhidos e sibilos carregados de luxúria.
Começo a levantar a camisa branca folgada que ele usa e meus dedos se prendem no elástico de seus shorts de praia.
Se eu o trouxe até aqui, é porque o quero nu para mim o tempo todo.
—Ssshh... espera...
Eu o afasto apenas o suficiente para tirar a camisa pela cabeça, aproveitando a forma como seu cabelo se bagunça naquele caos loiro e sexy, e quando os dois botões rosados finalmente ficam ao alcance da minha boca, não consigo resistir.
Inclino-me e ponho a língua para fora, rodeando seus mamilos antes de chupá-los com fome.
—Mmm... espera, Darius... —ele geme, ainda enroscado na camisa, mas eu não consigo parar.
—Esperei demais, Will... Já não consigo... mmnn...
Minha boca o chupa, o provoca com pequenas mordidas úmidas e lambidas, enquanto aquele doce aroma de marshmallows deixa meu pau duro como aço.
Seguro-o pelos quadris e rolamos sobre o colchão macio até William cair sobre o lençol branco, com aqueles olhos azuis que me fazem vibrar e os shorts já meio abaixados.
Eu me encarrego de tirá-los por completo, deslizando-os por suas pernas, com o olhar lupino fixo naquele membro ereto que fica livre.
O meu é maior, mas William não é pequeno de jeito nenhum.
Ele também é um macho lycan, embora exista certo tom rosado na ponta, certa... suavidade, mesmo em algo tão inconfundivelmente masculino.

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