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Contrato de Luxúria - A Virgem romance Capítulo 36

Valéria:

Que se foda tudo que assinalei no maldito contrato, quero tudo e sem regras, quero experimentar cada item dele, não sei o que anda acontecendo.

Quanto mais tenho deles, mais quero. Fui ao quarto vermelho e passei os olhos por cada item daquele lugar. Minha rebeldia e o medo de coisas novas fizeram com que eles aliviassem no castigo.

Resolvi que queria ter vários orgasmos e, nesse momento, eles estavam na empresa.

...

Dante: Anda cheia de fogo, hein? Seu desejo é uma ordem!

Lucca: Você manda!

Valéria: Quero sexo virtual!

Agora!!! Sem regras dessa vez!

Chamada em grupo, baby, quero ouvir cada gemido.

Enrico: Cheguei na hora da festa

Liguei na mesma hora, a ansiedade a mil. Eles estavam ocupados e eu subindo pelas paredes. A organização de um casamento relâmpago estava me levando ao limite. Cami, Cassandra e agora Miri me davam a maior força.

— Estou pronta, SENHOR!

— Com o que está vestida? — perguntou Dante.

— Posso mostrar, SENHOR? Banquei a menina obediente.

— Sim — disseram.

Enviei uma foto sensual, estava deitada na cama com uma lingerie preta.

— Porra! — Conseguia ouvir se remexerem na cadeira de couro.

— Perfeita! — Lucca bufou.

Posso ouvir portas se abrirem, possivelmente estavam indo para o banheiro.

— Ordens, SENHOR!

— Pegue grampos para mamilos e os coloque nos seios. Só retire quando mandarmos — disse Enrico.

Assim o fiz. Peguei um modelo corrente que me chamou a atenção desde o começo. Tirei toda a roupa, deixando apenas a calcinha e meia, e os prendi aos seios. Doía no começo, mas ia sentindo uma pressão gostosa como se recebesse mordidas no bico dos seios.

— O que está sentindo, meu amor? — perguntou Lucca.

— Tesão, vontade de gozar, SENHORES!

— Bom.

Tive a impressão de ouvir o elevador, porém, estava tão excitada que nem dei bola.

— Assim? — perguntei mandando foto dos prendedores em meus seios.

— Perfeitos — disse Dante. — Se toque, goze duas vezes seguidas, você tem 60 segundos.

— Como assim? Não dá!

— Dá sim, uma chicotada por cada segundo que ultrapassar! Merda, ele deve estar brincando, né?

— Goza, meu amor, 10 segundos já foram — disse Lucca.

Comecei a apertar e massagear minha boceta freneticamente. A imagem dos três me fodendo ao mesmo tempo veio à minha mente e gozei. Estava vibrando por dentro.

— Gozei, SENHORES.

— Mais uma, seu tempo está acabando! — ordenou Enrico.

Continuei introduzindo o máximo de dedos que consegui, os apertando, tocando meu clitóris.

— Tempo esgotado, baby, melhor correr! – Filhos da puta, se estivessem aqui, já teria gozado. Intensifiquei, apertei com toda força e gozei novamente!

— Gozei, SENHORES! — Estava mole.

— 15 segundos, meu amor — Dante falou.

— Serão 15 chicotadas.

Puta que pariu, proponho as merdas e me arrependo!

Os bicos dos seios estavam deliciosamente latejando.

Enrico se aproximou, retirando o vibrador, começou a passar a língua nas minhas coxas e sugou minha intimidade.

— Que delícia, seu gosto é maravilhoso, meu amor.

Senti outro orgasmo se formando. Enquanto Dante tomou minha boca, sua língua brincava, torturando a minha.

Lucca passou a língua sobre meus seios doloridos pelo grampo. Imaginei que os tiraria, mas ele mordeu a corrente, puxando-a levemente, o que fez o meu clitóris latejar e, a cada puxada na corrente, me lançava rumo a outro orgasmo.

— Goza, meu amor, quero ver você tremer de prazer. — Foi o estopim, gozei freneticamente e Dante tomou meus gemidos com sua boca.

Ainda mole, eu os vi se levantarem.

— Venha, fique de joelhos. — Levantei-me da cama ainda de pernas bambas, fui até eles e me ajoelhei. Lucca veio com uma venda.

— Vamos aumentar seu prazer — disseram.

O coração acelerou. Lá estava eu, vendada, sem ideia do que fariam comigo.

— Mãos para trás! – Dante ordenou.

Lascou, vendada e agora algemada. Colocaram uma algema de couro, deixando-me imobilizada.

Senti o flogger deslizar pelo meu corpo.

— Vou lhe dar 5 açoitadas, você vai contar cada uma delas e o mesmo farão meus irmãos. Serão 15 no total — disse Lucca.

Senti a primeira queimar minha bunda. Caralho, ardeu pra caramba! Em seguida, senti ser penetrada por dedos por um deles. O silêncio me torturava. Continuei contando cada uma delas.

Após a quinta, ele segurou o meu rosto e tomou meus lábios em um beijo maravilhoso.

— Minha vez, amor — disse Enrico. Ele retirou os dedos que me massageavam e o ouvi chupá-los.

— Você é uma delícia, sabia? — Conta, meu amor.

Comecei a contar. A cada açoite na minha bunda, esquecia as anteriores.

Leve? Que nada, sentia a ardência intensa.

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