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Contrato de Luxúria - A Virgem romance Capítulo 37

Valéria:

— Conta...

— Uma...

— Duas...

— Três...

— Quatro...

A quinta demorou a vir. Quando relaxei, senti novamente a ardência.

— Cinco.

Ele beijou minha bunda, sua língua deslizou sobre a ardência.

Ouvi a voz do Dante no meu ouvido.

— Minha vez. Quero você de quatro pra mim, vou marcar essas suas coxas perfeitas. — Misericórdia... Na próxima, você usa um vibrador, sua pervertida.

Saí trêmula do colo do Enrico e fiquei de quatro. Ele deslizou o chicote por todo o meu corpo.

— Conta.

A primeira deslizou sobre a parte traseira da minha coxa. Contei até a quinta. Senti lágrimas escorrendo pelo meu rosto, o coração acelerou.

Eu seria capaz de fazer isso sempre? Conseguiria um dia ser apenas uma Submissa? Seria capaz de ser a Submissa perfeita para eles? Minha resposta é não!

Não sou capaz de ser apenas uma Submissa, gosto também de dominar cada pedacinho do corpo e da mente deles.

Sou imperfeita. E se eles quiserem me transformar em algo que não sou? Alguém igual às várias submissas da boate. Não sou assim e nunca serei. Amo a dominação entre quatro paredes, mas também amo dominá-los e deixar cada um deles louco.

Senti a boca do Lucca tomar a minha, me levantando. Seu beijo se tornou voraz, senti mãos tomarem o meu corpo e bocas trilharem beijos por ele. A dúvida que tinha foi se dissipando com as carícias.

Isso que dá ser dominada pela boceta, um beijo e uma carícia e esqueci até a dor. A minha amiguinha acordou e já estava doida pra dar.

Senti uma mão passear na minha boceta. Caramba, ô delícia!

— Tá toda excitada, hein, vamos te comer até você gritar a palavra de segurança "VERMELHO".

Lascou, tô fodida, vou sair daqui toda assada.

Minha Nossa Senhora das ex-virgens, tira de mim essa vontade louca de dar!

Melhor não, deixa à vontade, porque ter três paus à disposição é bom demais. Saí do meu devaneio ao sentir ser penetrada. Nem vi a hora que fiquei com as coxas enlaçadas no Enrico e ele me penetrou. Estava louco de tesão. Lucca veio por trás, massageando meu ânus com um óleo e me penetrou. Caramba como amo virar um sanduíche nas mãos desses homens.

— Era isso que queria, é disso que você gosta? — perguntou Enrico.

— Sim, pra ficar melhor só falta Dante na minha boca!

— Diga, meu amor! Implora, vai, quero ouvir você desistir.

Caramba, por que não estava conseguindo dizer?

— Diga!

Ele gozou e gozei junto feita louca. Entreguei os pontos.

— Vermelho, vermelho, vermelho.

Ele parou, me virando, e tomou minha boca em desespero.

— Você será para sempre nossa, independente de tudo. Não queremos apenas a submissa, queremos a esposa, amiga, amante e a dominadora que há em você.

Saímos do banho e meus outros dois tesouros estavam vestidos com uma bermuda em nosso quarto.

— O jantar está pronto! — disse Lucca.

— Vamos te alimentar, princesa — disse Enrico.

— Eu amo vocês!!!

Naquele instante, senti-me a mulher mais sortuda do mundo. Estava disposta a tudo por eles.

Chiara que se cuide se atravessar meu caminho outra vez.

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