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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 3

Juliet Pierce

A noite estava sendo tranquila, o pessoal aqui raramente bebe. Samy e eu acabamos nos acostumamos com o que acontecia aqui.

Meus pés já estavam doloridos pelo salto, de verdade, esses não são sapatos para um garçonete.

O homem dos olhos verdes.

A todo instante eu sentia seus olhos em mim, ele não interagia com ninguém a não ser com o loiro simpático que estava ao seu lado. Caio disse que eles são os donos.

Todas as vezes que eles dois pediam algo, implorava a Samy para que ela fosse. Meu coração acelerava só daquele homem me olhar de longe, não queria imaginar o que aconteceria se ficasse perto dele.

Atlas sempre estava por perto, ele era atencioso, e deixava sempre claro aos caras que se aproximavam que “elas não curtem”. E isso bastava para os “Dons”, é assim que eles são chamados por aqui.

Uma moça que disse ser “submissa” nos contou que há muitos Dons procurando uma. Por isso que eles sempre se aproximavam da gente.

Estava parada em frente ao bar, quando Caio me chamou.

— Ju, preciso que leve uma bandeja no quarto 12.

— Quarto? Aqui tem quartos?

Caio sorriu pra mim.

— Sim, existem cenas que não são abertas a todos. Alguns Dons prezam por suas privacidades.

— Ok, e onde fica?

Ele apontou para o palco que ficava à nossa frente.

— Ao lado do palco tem um corredor, lá é área privativa. Não entre sem bater, espere que ele abra e não se intrometa em nada que esteja acontecendo lá. Combinado?

Assenti, com um sorriso, mas não pude evitar o frio na barriga. Meus olhos já tinham se acostumado com as coisas aqui fora… mas o que será que realmente acontecia nos quartos?

Segui o caminho como Caio me instruiu. Sentia que minhas mãos tremiam, mas não era medo, era de ansiedade sobre o que encontraria atrás das portas. Parei em frente a porta 12, bati duas vezes e aguardei, mas ninguém respondeu.

Lembrei das palavras dele: “Espere que ele abra”. E foi o que fiz, esperei. Um casal surgiu no corredor, o homem parecia me devorar com os olhos, o que, pelo visto, não agradou a mulher.

Bati novamente na porta e dessa vez ela se abriu, o homem na porta, era o mesmo que vi logo na entrada. Ele não disse nada, só fez sinal para que eu entrasse.

— Com licença senhor… — Eu disse e caminhei rapidamente até a mesa, deixando a bandeja ali. Meus olhos acabaram indo até a mulher, que estava ajoelhada com um colar… Pera, não é um colar… Era uma coleira em seu pescoço, e a guia estava nas mãos do homem que quando percebeu que eu estava olhando sorriu para mim.

— Obrigada senhor. — Eu disse e caminhei em passos largos para fora do quarto fechando a porta atrás de mim. Meu coração era uma verdadeira escola de samba.

Encostei na porta tentando me acalmar. Fechei os olhos por segundos, até que senti uma mão na minha cintura. Abri os olhos no susto.

— Olá querida… — Era o homem que tinha me encarado minutos atrás.

— Boa noite senhor, posso ajudá-lo? — Tentei manter a voz firme, mas falhei.

— Sim, poderia me acompanhar até o quarto.

Aquelas palavras me deixaram em alerta, tentei sair do seu aperto mas não consegui.

— Desculpe senhor, mas eu sou só uma garçonete.

— Por isso, preciso dos seus serviços. — Ele me deu um leve aperto, e aquilo foi o suficiente para meu corpo inteiro começar a tremer. — Meu quarto está cheio de copos, e garrafas vazias. Preciso que as tire de lá.

Capítulo 3 – Homem dos olhos verdes 1

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